A pressão do Hoffenheim vai bater de frente com um Leverkusen que tem mais de uma válvula de escape. O início de jogo deve ser marcado por recuperações no campo de ataque e passes rápidos para a frente, enquanto a reta final pode se decidir em quem conseguir seguir encontrando o segundo toque dentro da área.
O Hoffenheim apostou na pressão pelo meio contra o Lyon, com Prass e Kramarić municiando as jogadas logo após as retomadas. Já o Leverkusen tem como responder acionando Maza e Schick por meio de García e Fernández, ou então dando profundidade com Diaby e Moreira pelas pontas. Schick e Maza se entenderam bem para marcar na casa do Freiburg e mantiveram essa sintonia mesmo depois de saírem atrás no placar logo cedo.
No Hoffenheim, Conté surge como dúvida depois de atuar boa parte do confronto com o Lyon, ao passo que Kramarić, Prass e Avdullahu jogaram os 90 minutos. Do lado do Leverkusen, quem já estava listado como desfalque nem esteve em campo diante do OFI, e atletas como Schick, Maza, Diaby e Tapsoba tiveram a minutagem controlada por lá. A minha expectativa é que as saídas de bola do Leverkusen suportem a primeira onda de pressão adversária e construam jogadas limpas de forma recorrente. Por isso, fico com a vitória do Bayer Leverkusen.