Dortmund e Frankfurt devem disputar o espaço em torno dos alas que avançam pelo Dortmund. O primeiro combate sobre Guirassy e a resposta do Frankfurt por meio de Doan e seus atacantes vão ditar a margem. Valencia e Villarreal apresentam um confronto diferente, opondo as repetidas entradas na área do time visitante aos contragolpes de um time mandante descansado. Nos dois jogos, finalizações limpas após a sobra valem mais do que o controle territorial por si só.
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Três jogos, o mesmo padrão: em todos, a vantagem do lado mais forte aparece no próprio desempenho desta temporada contra adversários parecidos com o que ele enfrenta agora, e não só na tabela. O núcleo mantido pelo Ziraat encara a recepção jovem do Altekma SK; as bolas paradas e os cruzamentos do Lazio enfrentam um Parma sem os dois jogadores que participaram da maioria dos gols da equipe; e o controle do Porto fora de casa na liga mede forças com um Gil Vicente que vive de um ou dois contra-ataques. Nos três casos, o lado mais fraco tem menos maneiras de ameaçar do que o favorito tem de desmontar sua defesa.
O Valencia pode acelerar o ataque após recuperar a bola no meio-campo, enquanto o Villarreal consegue avançar pelo campo e colocar vários jogadores na área. O Montréal também pode encontrar um passe direto logo no início, mas o Nashville tem mais de uma forma de acionar Surridge. Em cada jogo, a questão decisiva é se a primeira vantagem vai resistir à próxima onda de ataques.
Tanto o Chelsea quanto o Tottenham contam com uma transição rápida da bola recuperada para o homem que ataca o espaço em velocidade. O Chelsea, porém, tem mais alternativas para transformar esse primeiro passe em uma segunda chegada à área. Já o New York consegue empurrar o Miami para trás pelo lado direito, enquanto o Miami tem capacidade para furar a primeira pressão e acionar sua linha de frente entrosada. Nos dois confrontos, o primeiro homem a receber a bola e o passe seguinte pesam mais do que a posse de bola por si só.
A pressão da Roma vai enfrentar um Napoli que tem várias maneiras de escapar da primeira pressão e chegar à área. Um gol inicial deve deixar espaço para uma reação de qualquer uma das equipes. O Dortmund pode esticar a defesa do Frankfurt com seus alas, enquanto o Frankfurt pode soltar dois atacantes antes que a linha defensiva se organize. Nos dois jogos, tudo depende do passe seguinte depois do primeiro ataque.
O ataque de passe A consolidado do Ziraat Bankasi enfrenta um Altekma SK que encontrou outra alternativa de finalização na sua estreia na liga. A recepção e a capacidade de variar o atacante devem definir os ralis. Já Charlotte e Miami fazem um duelo diferente: Charlotte precisa de uma recepção limpa para acionar seus arremessadores, enquanto Miami vem criando pontos com frequência através de Giannis no garrafão.
Montreal e Nashville devem disputar o controle pelos lados: o time da casa tenta abrir o placar cedo, enquanto Nashville busca chegar repetidas vezes à área. O Columbus pode encurralar o Toronto, mas o primeiro corte e a resposta seguinte vão definir se a pressão se transforma em vantagem duradoura. A pressão do New York pode incomodar o Miami, mas o time tem várias maneiras de finalizar quando consegue avançar com a bola. Cada jogo depende do que acontece depois do início.
O Atlético pode empurrar o Deportivo para trás com Baena e Grimaldo acionando os jogadores que atacam os espaços. O Deportivo ainda tem uma saída com Yeremay e pode encontrar Nsongo como primeiro contato na área. A partida vai depender de o domínio territorial inicial do Atlético se transformar em chances frequentes de perto do gol depois da primeira resposta do Deportivo.
O Dortmund pode continuar alçando bolas na área pelos lados, enquanto o Frankfurt tem atacantes capazes de reagir depois de um tropeço logo no início. As segundas bolas na defesa do Frankfurt e o controle do Dortmund quando está em vantagem tornam importante o que vem a seguir. Lens e Paris FC também têm caminhos diferentes para chegar à área: o Lens aposta nos cruzamentos pelos lados, e o Paris, em saídas após pressionar. Nos dois jogos, o primeiro gol pode dar início a outra sequência, em vez de definir o confronto.
Napoli e Roma colocam frente a frente uma primeira linha de pressão e uma saída qualificada com passes mais recuados. A disputa pela segunda bola após essa pressão pode ser tão determinante quanto o passe inicial. Chelsea e Tottenham também contam com boas opções pelos lados do campo, e o espaço por dentro nas costas da marcação adiantada dos Spurs deve ditar a frequência com que o Chelsea aciona seus homens de frente. Os dois confrontos passam diretamente pelo que cada equipe consegue produzir assim que a sua principal rota de ataque é neutralizada.
Charlotte e Miami chegam com um caminho claro para criar posses extras. A primeira pressão sobre os armadores de Charlotte vai determinar se essas posses viram arremessos ou erros. Miami pode atacar o garrafão com Giannis e Bam, enquanto a resposta de Charlotte começa nos rebotes e passa pelos pontuadores secundários. A posse seguinte depois que a liderança mudar de mãos deve ser especialmente reveladora.
O Valencia quer transformar a força de jogar em casa em uma pressão inicial, enquanto o Villarreal pode aproveitar essa agressividade para encontrar espaço nas costas da primeira linha. Os visitantes vêm criando chances mesmo quando a finalização não tem acompanhado. O Valencia mostrou que consegue responder pelos lados mais tarde na partida, então o primeiro gol deve mudar o espaço disponível nas duas pontas.
Dois grandes jogos neste sábado em que a reputação e o desempenho em campo apontam para lados opostos. Em Stamford Bridge, os resultados do Chelsea em casa estão bem acima do que o time realmente produz e cede em chances, enquanto o Tottenham vem jogando fora de casa melhor do que os seus resultados mostram. Em Dortmund, o histórico de jogos abertos do Frankfurt bate de frente com um mandante que não deixou ninguém jogar aberto contra ele a temporada inteira. Nos dois confrontos, o desenho tático do jogo pesa mais do que os números brutos.
Um clássico londrino em que os dois goleiros e as duas defesas levantam dúvidas reais, e um dérbi valenciano em que a tabela esconde uma troca de técnico. Em Stamford Bridge, as notícias desta semana abriram um caminho para o gol para cada lado. No Mestalla, um Villarreal cansado e com mudanças no time encara uma defesa compacta que acabou de ser montada.
Dois favoritos em casa contra blocos compactos, mas que devem se desenrolar de maneiras diferentes. Em Barcelos, o padrão do Porto no campeonato de construir a vantagem no final do jogo se choca com o ataque do Gil Vicente, que quase não cria nada além de pênaltis. Em Dortmund, um Frankfurt que se fechou após uma goleada pesada encara um Dortmund que prefere controlar os jogos em vez de partir para o atropelo.
Dois jogos da Serie A com características bem diferentes. No Olímpico, o Parma sofre gols exatamente da maneira que a Lazio gosta de atacar, e perdeu os dois atacantes que marcaram na última vitória. Em Nápoles, as duas defesas foram mexidas nesta semana justamente nos setores mais importantes, e os dois técnicos têm motivos para manter o ataque.
Chelsea e Spurs chegam com desfalques justamente nos setores onde o adversário costuma ser mais perigoso no ataque, então este clássico londrino tem tudo para ser aberto dos dois lados. Já no Mestalla o cenário é o oposto: o novo bloco compacto do Valencia encara um Villarreal que jogou há apenas três dias em uma noite intensa em Anfield. Um confronto desenhado para muitas chances; o outro, para um jogo truncado em que o empate surge como o desfecho mais natural.
Em Montreal, a melhor defesa da liga encara um time da casa sem seu centroavante, três defensores e sem pernas depois de uma final de copa que durou 120 minutos. Assim, o mandante tem poucas armas para ameaçar. Em Nova Jersey, o cenário é o oposto: o Red Bulls, que pressiona e precisa vencer, encara o trio de ataque do Miami atrás de uma defesa improvisada. Um jogo deve ser controlado e truncado; o outro, aberto nas duas pontas.
Dois jogos em que o primeiro toque de um dos lados deve decidir boa parte da noite. Em Ancara, o saque de um campeão já entrosado encara uma recepção reformulada que ainda está aprendendo a passar em conjunto. Em Charlotte, um time da casa sem um armador de ofício enfrenta um adversário que protege a bola e tem a maior ameaça no garrafão. Nos dois jogos, a disputa pela posse deve pesar mais do que o aproveitamento nos arremessos.
Dois jogos em que o visitante cria as melhores chances e, nos dois casos, um empate apenas devolveria o valor apostado, sem resolver a questão.