O Porto está com 100% de aproveitamento na liga, mas o ponto que Farioli não para de destacar antes desta visita a Barcelos não é o ataque, e sim a atenção no setor defensivo: eles têm a melhor defesa do campeonato, mas o técnico diz que a equipe tem sofrido mais gols do que o normal ultimamente. O Gil Vicente é o sexto colocado e, nas palavras dele, está entre os times em melhor momento. Por isso, estou curioso para ver se um Porto que ainda se mostra “desigual” fisicamente consegue manter a organização contra um mandante que vem ganhando seus jogos no ritmo.
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O 2 a 0 do Tottenham sobre o Chelsea parece limpo no placar, mas o primeiro gol foi um gol contra do Chelsea, marcado antes do cartão vermelho. Depois disso o Chelsea ficou com um jogador a menos e sofreu outro gol, então o placar final mistura duas fases diferentes da partida. A pergunta que eu faria a quem viu o jogo: o Spurs já estava encontrando um caminho que se repetia, ou o desfecho fez o controle deles parecer mais decisivo do que foi em campo?
O Lens pode fazer o Paris recuar com pressão desde o início, mas o Paris tem uma saída direta para superar essa primeira pressão. A Lazio pode pressionar a saída de bola do Parma, enquanto o Parma ainda tem opções pelo meio e pelos lados para responder. O Columbus deve controlar o território contra o Toronto, cujos atacantes podem explorar o espaço nas costas dos alas. Esses confrontos dependem de a pressão gerar uma segunda finalização limpa ou deixar espaço para a resposta do adversário.
Dortmund, Lazio e Porto chegam à área adversária por diferentes caminhos bem construídos. Como seus rivais também têm válvulas de escape perigosas, o diferencial aqui é a capacidade de criar ataques repetidos em diferentes fases do jogo. Cruzamentos pelas pontas, infiltrações por dentro e a disputa pela segunda bola conectam esses três confrontos.
Den Haag e Heerenveen encontram caminhos para escapar da pressão, mas a ação decisiva merece mais atenção do que os placares das vitórias recentes. O duelo entre Atlético e Deportivo gira em torno da pressão territorial contra um meio-campo bem conectado e uma opção para conduzir a bola. Nos dois jogos, é preciso separar a capacidade de chegar a uma zona perigosa da capacidade de repetir ataques que realmente decidem.
Lens e Paris FC chegam com jogadores criativos em atividade a um confronto marcado pela pressão e pelos espaços nas costas dos alas. O Columbus deve ter mais posse de bola no campo ofensivo contra o Toronto, cuja saída direta oferece uma forma de contornar a primeira pressão. Nos dois jogos, o ponto-chave é o que acontece depois da recepção inicial.
As opções de passe no meio-campo do Chelsea oferecem aos seus articuladores várias maneiras de receber a bola antes que a defesa do Tottenham se organize. O Alverca propõe outro desafio: acelera a saída para o ataque e manda jogadores para apoiar o centroavante. Nos dois confrontos, tudo pode depender do passe após o primeiro duelo e da cobertura atrás de quem recebe.
A proposta de pressão mais alta do Valencia vai encarar um Villarreal que tem maneiras bem consolidadas de acionar infiltrações nas costas da marcação. Em Montreal, os cruzamentos e as chegadas na área do Nashville vão colocar à prova um setor defensivo desgastado por uma final de copa muito exigente. São confrontos em que o segredo é chegar a boas posições de finalização por meio de jogadas construídas.
Napoli e Roma se enfrentam num duelo em que a pressão individual põe à prova o passe seguinte e a movimentação pelo meio. New York Red Bulls e Inter Miami (MLS) têm um confronto diferente, marcado por jogadores que recebem em velocidade e pelos espaços deixados quando os ataques avançam. Nas duas partidas, as conexões entre os jogadores dizem mais do que os resultados recentes por si só.
A posse de bola do Willem II não tem impedido os adversários de chegarem à sua grande área por meio de triangulações e cruzamentos. O Cambuur conta com um centroavante e jogadores que chegam de trás, que já transformaram diferentes tipos de infiltração em gols. O confronto mais importante está no espaço ao redor de quem recebe a primeira bola e do jogador que se aproxima logo atrás dele.
O Columbus Crew deve ter mais território no início, enquanto o Toronto FC tenta transformar uma recepção aberta em um ataque bem apoiado. Os criadores pelo meio e os defensores que dão cobertura em casa carregam o peso de uma final que foi à prorrogação. Já o ataque do Inter Miami (MLS) mostrou boas combinações de passes e movimentação entre vários jogadores contra diferentes adversários. A defesa modificada do New York precisa coordenar tanto os atacantes que recuam quanto o jogador que chega na sequência.
A amplitude e as inversões de jogo da Lazio encontram um Parma que tenta pressionar mais alto e usar jogadores móveis para receber a bola. Essa combinação torna importante tanto a primeira recuperação quanto o ataque que vem em seguida para o desenrolar do placar. Den Haag e Heerenveen também pressionam bastante, mas os resultados recentes em destaque exageram a frequência com que esses ataques chegaram a boas condições de finalização. Os dois jogos pedem análises diferentes sobre como as chances continuam sendo criadas.
O Alverca consegue chegar à área por meio de ligações diretas e passes verticais do Spencer, sem precisar ter o controle da posse de bola. Já o Arouca aposta em cruzamentos e bolas alçadas, tornando o primeiro combate e a segunda bola essenciais nos dois lados do campo. Por sua vez, a visita do Nashville ao Montreal traz outra dinâmica de pressão insistente, construída com cruzamentos e triangulações pelo meio até encontrar espaços para finalizar de perto. Além disso, a desgastante maratona de copa do Montreal pesa bastante no fôlego necessário para afastar a bola e dar suporte na saída para o ataque.
A saída mais eficiente do Valencia passa por Guerra, que conduz a bola e encontra um companheiro infiltrando-se atrás do meio-campo adversário. O Villarreal pressiona mais forte, então a qualidade dessas saídas do time da casa será central para o jogo. Lens e Paris FC também se enfrentam em torno da pressão e do próximo passe, com o Lens mantendo boas opções criativas apesar das derrotas recentes. Nas duas partidas, a posse precisa encontrar um companheiro bem apoiado antes de virar uma boa chance.
Napoli e Roma se enfrentam em um duelo que pode ser decidido pela primeira saída da pressão e pelo espaço disponível antes que qualquer uma das defesas consiga se recompor. A Roma mantém uma ligação direta entre os passes e as arrancadas dos atacantes, enquanto o Napoli segue criando com jogadas pelos lados e chegadas dos meio-campistas. No Chelsea, as opções de passe pelo centro e os passes para trás na área são a principal vantagem estrutural contra as mudanças nos nomes que pressionam pelo Tottenham. Nos dois jogos, quem recebe o segundo passe tem um papel especial.
O Atlético deve passar mais tempo no campo de ataque, mas o Deportivo ainda tem uma boa saída para avançar com a bola e ocupar a área. A movimentação de Yeremay e a capacidade de Nsongo de receber a bola criam uma conexão para os visitantes além da linha defensiva. O rumo da partida depende de quantas vezes o Atlético vai transformar o domínio territorial em chances claras antes que o Deportivo consiga aliviar a pressão.
O Porto chega impondo uma pressão mais constante dentro da área, enquanto o Gil Vicente tem um caminho viável para transformar a pressão na primeira linha em ataques pelos lados. O corredor direito dos mandantes dá à equipe uma alternativa para avançar com a posse após recuperar a bola. Este confronto deve ser decidido no passe seguinte à circulação inicial do Porto e na cobertura deixada nas costas dos seus jogadores que sobem ao ataque.
As jogadas pelas pontas do Dortmund devem garantir o controle territorial, enquanto a resposta do Frankfurt depende de manter seus dois homens de frente conectados após superar a primeira linha de pressão. Os donos da casa têm criado bastante, mas nem sempre conseguem controlar o jogo depois de abrir o placar. Tudo indica que será um confronto entre a presença de área do Dortmund e a capacidade do Frankfurt de transformar uma recuperação de posse em um ataque com apoio.
Com as peças centrais do ataque de volta, o Cambuur chega a este jogo com boas opções para disputar as jogadas dentro da área. O Willem II tem encontrado gols com jogadores do meio-campo aparecendo na área, mas sofreu para defender os cruzamentos que vêm depois do primeiro ataque. O ponto principal é comparar a troca de passes dos visitantes com a organização do time da casa nas segundas bolas.