A Tasmânia pode começar pressionando com os passes de Armstrong e o trabalho de Magnay e Bannan por dentro. Adelaide tem outro caminho: Cotton acelera a circulação da bola para as alas, enquanto Rakocevic e Cheatham disputam os rebotes. O jogo passa por transformar essas chances extras em arremessos livres nas duas pontas e por ver como as equipes se comportam nos quartos finais.
Os pivôs da Tasmânia têm produzido bem, mas a arrancada recente contra o Illawarra veio acompanhada de um aproveitamento excepcional nos arremessos. Adelaide mostrou mais opções para pontuar contra Sydney: Jenkins e Kenyon se juntaram a Cotton, enquanto Kenyon também ajudou a equipe a conseguir paradas defensivas. Rakocevic e Cheatham dão a Adelaide presença para brigar pelos rebotes, então a disputa no garrafão envolve tanto a segunda chance quanto a primeira.
O duelo entre os armadores passa por Armstrong e Cotton. Cotton deu oito assistências contra Sydney, e o clube de Adelaide informa que ele chegou a pelo menos quatro assistências em 43 jogos seguidos. O clube também informa que Kenyon já soma mais de 113 minutos nesta temporada sem cometer um turnover. Esses dados dão uma base mais sólida à armação e aos coadjuvantes de Adelaide do que uma única boa noite nos arremessos.
Humphries, Cameron e Kuol estão fora por Adelaide, enquanto a Tasmânia não conta com Ayre, Deng e Hamilton. Marinovic assume o banco de Adelaide nesta partida. A equipe já utilizou bastante Rakocevic e Cheatham no garrafão, além de Jenkins e Kenyon ao lado de Cotton, então esses papéis vêm de minutos recentes em quadra.
Esperamos que a Tasmânia force o jogo por dentro no início e que Adelaide responda movimentando a bola rápido para criar arremessos de perímetro. Os quartos intermediários devem destacar a briga pelos rebotes e a qualidade da próxima chance de arremesso. Os jogos recentes da Tasmânia também deixaram espaço para uma reação de Adelaide no fim. Por isso, ficamos com a vitória do Adelaide 36ers.