A pressão do Stuttgart e as jogadas pelos lados devem testar repetidamente o primeiro passe do Gladbach e os espaços ao redor da linha de três zagueiros. Os alas do Gladbach podem transformar cortes em contra-ataques, então a disputa pela segunda bola importa tanto quanto a primeira. Brest e Nice encaram um duelo diferente, que passa pelas escoradas de Ajorque e pelas saídas pelo lado direito do Nice. A questão é saber se cada defesa consegue ficar com a bola no toque seguinte ao primeiro duelo.
Stiller e Undav oferecem ao Stuttgart uma rota pelo meio antes de Leweling e dos jogadores de lado cruzarem para Demirović. O Gladbach sofreu chegadas constantes do Colônia e do Hoffenheim, e as saídas recentes sob pressão deram espaço para um segundo ataque. A lesão de Vagnoman muda o lado direito do Stuttgart, mas Assignon já deu passes para gol atuando por ali. Lidberg se juntou aos desfalques do Gladbach depois de jogar contra o Hoffenheim, enquanto a provável escalação atual também deixa Diks de fora da defesa, embora ele tenha atuado na última partida. O Stuttgart pode pressionar desde o início e voltar a colocar a bola na área depois da primeira brecha. Por isso, ficamos com o Stuttgart para abrir uma vantagem clara.
Em Brest, o primeiro contato de Ajorque e as sobras dos escanteios do Brest vão enfrentar a linha de três zagueiros do Nice que jogou em Lyon. Os desfalques defensivos do Nice já estavam presentes naquela partida; Clauss, Hein e Wahi ainda se conectaram repetidamente pelo lado direito, e Sanson voltou a ser mais uma opção no meio-campo. O grande resultado do Brest contra o Angers veio muito de escanteios no início e de um pênalti, enquanto a produção ofensiva habitual caiu em Lille. O Nice pode suportar a pressão inicial, lançar Wahi nas costas dos laterais que avançam e manter um caminho de volta à área. Por isso, ficamos com o Nice para sair de Brest com um resultado.