O Braga pode pressionar a saída de bola do Nacional (Portugal) e explorar o corredor direito. O Nacional tem uma válvula de escape direta com Njoya e consegue trabalhar a segunda bola pelas pontas. O duelo entre AZ e Twente também deve ser definido pela disputa da segunda bola no meio-campo antes que as jogadas abertas comecem. Nenhum dos confrontos será decidido apenas pela posse.
O novo treinador do Braga viu Horta, Gorby e Gómez marcarem belos gols contra o Gent, mas isso foi em uma atuação em casa, e o poder de finalização recente da equipe como visitante tem sido mais modesto. Pelo Nacional, Njoya jogou e marcou dois gols contra o Rio Ave; os desfalques listados pelo clube já não faziam parte desse grupo de ataque. O Nacional consegue acioná-lo logo na primeira transição ou depois em bolas cruzadas, enquanto o curto tempo de recuperação do Braga põe à prova sua capacidade de manter a pressão constante. Espero que o Nacional mantenha alternativas para receber a bola e chegar ao gol ao longo da partida. Por isso, fico com o Nacional.
O AZ consegue acionar Patati com Maikuma pela direita, embora a posse recente na liga tenha rendido poucas chances claras com a bola rolando. O Twente vem usando Zerrouki e Van den Belt para abastecer Rots, Van Rooij e Weghorst, gerando jogadas perigosas com frequência mesmo depois de sair atrás contra o Utrecht. A nova formação do miolo de zaga e do goleiro do Twente chegou a atuar junta, apesar da lista pública de desfalques; do outro lado, as ausências na zaga do AZ e as dúvidas sobre quem retorna afetam o início dessa disputa. Espero que o Twente consiga dar respostas à altura dos avanços pelas pontas do AZ. Por isso, fico com o Twente.