A pressão territorial do Athletic e as saídas diretas do Getafe devem colocar o primeiro receptor no centro deste jogo. A posse de bola nem sempre rendeu ao Athletic finalizações limpas pelo meio. O PSV x Feyenoord passa por uma disputa parecida: saber se o primeiro receptor consegue se virar antes de a pressão fechar.
O Athletic pode inverter o jogo e atacar pelos lados do Getafe, enquanto o Getafe pode acelerar na direção de Ünal e Satriano. A bola levantada de Mojica e o jogo aéreo de Satriano como receptor apareceram contra o Lugano. Essas ligações dão ao visitante um jeito de levar o jogo para além do próprio bloco defensivo.
Guruzeta e Sancet seguem fora, o que muda a finalização pelo meio e as infiltrações de apoio do Athletic. Laporte e Djené estão suspensos depois de jogarem suas últimas partidas. Ünal voltou aos treinos normais, segundo as notícias, e vários titulares esperados do Getafe jogaram poucos minutos na Europa. A provável unidade de receptores principais dá uma saída ao time compacto. Por isso ficamos com o Getafe para se manter perto.
O meio-campo de Sano e Mauro no PSV sustentou uma pressão que atrapalhou o primeiro passe para a frente do Porto. O provável grupo de receptores do Feyenoord teve dificuldade recente para transformar a posse em boas finalizações contra o Betis, e também perdeu a bola antes do passe seguinte contra o Telstar. O PSV pode mirar esse primeiro toque e levar a movimentação de Til para o ataque seguinte.
Mijnans está suspenso depois de atuar contra o Porto, então a ligação com o ataque vai mudar. Pepi continua fora, de acordo com o boletim oficial, enquanto Til e Perisic trazem movimentação experiente nas alternativas previstas. Moder, de volta ao Feyenoord, é mais uma opção no elenco depois de um longo período afastado.
A pressão no início deve dar ao PSV chances de atacar antes de o Feyenoord acertar as distâncias na defesa. As funções mantidas de Sano e Mauro são a base desse trabalho durante o jogo. Por isso ficamos com o PSV.