O lado direito do Feyenoord e o lado esquerdo da Inter se encontram no duelo ofensivo mais direto dessa partida. A Inter consegue pressionar e levar perigo com Dimarco, mas seu volume recente nem sempre resultou em vitórias convincentes. O Manchester United pode começar em ritmo forte com Fernandes, enquanto a Roma já mostrou mais de uma maneira de reagir depois de sofrer gol. A primeira posse defensiva após um dos lados marcar deve ter mais peso do que a ocupação de campo no início.
Read e Hadj Moussa conseguem acionar Valente ou Ferri logo no primeiro toque aberto, um caminho que o Feyenoord explorou mesmo quando esteve encurralado pelo PSV. Bastoni, da Inter, jogou o clássico contra o Milan, mas agora está suspenso, alterando a cobertura ao lado de Dimarco justamente onde o Feyenoord é mais produtivo. A base do lado direito do Feyenoord atuou na última partida contra o Sittard, e o ajuste feito mais tarde diante do PSV mostrou poder de reação sob pressão. A Inter ainda coloca Thuram e Dimarco na área, mas o Feyenoord tem a rota direta para se manter no jogo. Por isso, fico com o Feyenoord.
Fernandes, Mbeumo e Amad, do United, podem encontrar espaços nas costas dos alas da Roma, mas as chances contra o Chelsea foram desperdiçadas e a primeira perda de posse no meio mudou o rumo da partida. Soulé, Malen e os alas da Roma vêm decidindo e reagindo de diferentes formas, incluindo gols recentes de escanteio e cruzamentos. Sesko, Shaw, Ugarte e Dorgu desfalcaram o United contra o Chelsea e continuam de fora; Mainoo e Amad jogaram. A Roma tem capacidade tanto de agredir na primeira recomposição do United quanto de responder a um gol sofrido. Por isso, fico com a AS Roma.