O jogo pelas laterais do Arouca encontra um Nacional (Portugal) que pode recuar as linhas e sair em velocidade pelo Song. Elche e Valencia têm outro tipo de duelo: os dois conseguem achar espaço pelos lados, mas a reação defensiva logo depois da primeira chance parece decisiva. Em cada jogo, o primeiro ataque deve provocar uma resposta, e não definir o ritmo da partida.
Djouahra já encontrou Barbero na área, e Fukui dá ao Arouca um segundo homem de chegada quando o Nacional fecha o meio. O Nacional, bem fechado, segurou o Braga no placar, mas ainda permitiu finalizações repetidas dentro da área; a saída de bola do Song para o Baeza rendeu pouco ataque contínuo depois do gol. Os principais atacantes do Arouca jogaram a última partida do campeonato, e a suspensão de Rukavina tira uma opção para mais adiante, não essa rota titular. Acho que o Arouca vai continuar voltando à área pelos corredores laterais, então fico com a vitória do Arouca.
O Elche consegue tocar a bola com Valera e Cepeda, enquanto o Valencia pode lançar Guerra, Raba e Rioja no espaço às costas do avanço do Elche. O Elche precisou das defesas de Dituro e de um corte de Chust quando o Villarreal pressionou sua saída de bola, e dois pênaltis no início definiram a vitória sobre o Rayo. O problema nas costas de Niño deixa a finalização central do Elche indefinida; os retornos do Valencia ao elenco, segundo o que foi divulgado, não são tratados como titulares para os 90 minutos, mas as opções pelos lados continuam lá. O Valencia tem caminho para reagir depois de um gol do Elche, com esses cruzamentos e passes diretos, então fico com o Valencia para não perder.