As duas partidas colocam frente a frente equipes que provavelmente terão mais posse territorial e adversários capazes de interromper o primeiro ataque. A amplitude do Al-Wasl vai testar o bloco compacto do Jawiya, enquanto a pressão do Al-Qadsiah vai testar a saída de bola do Al-Gharafa. Nos dois jogos, a disputa pela segunda bola após um corte importa mais do que a posse de bola por si só.
O Al-Wasl pode acionar Malheiro e Hugo com frequência, mas, em seu último jogo continental em casa, acertou apenas dois chutes no alvo em quinze tentativas. O Jawiya bloqueou boa parte dos ataques do Pakhtakor e marcou em uma bola parada. Não há registro de desfalques confirmados no Jawiya, e a escalação projetada ainda não foi confirmada. Esperamos que a defesa compacta e as saídas diretas mantenham o jogo mais equilibrado do que o domínio territorial do Al-Wasl sugere. Por isso, ficamos com o Al-Quwa Al-Jawiya para seguir na disputa.
O Al-Qadsiah pode usar Quiñones e Reijnders para atacar uma bola afastada sob pressão, mas sua grande vantagem na posse contra o Al-Sadd rendeu apenas dois chutes no alvo. O Al-Gharafa volta a contar com Bennacer como opção para o primeiro passe, depois de ele atuar na partida recente da liga, e Brahimi também jogou e marcou duas vezes. A ausência de Sano, reportada para a competição continental, muda a saída de bola pelo meio, mas Brahimi e Coman já mostraram caminhos para responder a um gol sofrido. Por isso, também ficamos com o Al-Gharafa para seguir na disputa.