O Celtic lidera o campeonato com apenas cinco gols sofridos, mas vai a Easter Road com uma defesa que, segundo a nossa lista de desfalques, está desfalcada, e com duas derrotas seguidas para o Rangers nas costas. O Hibs é o lanterna, marcou só nove gols no campeonato e tem um técnico novo atrás do primeiro resultado. Por isso, eu colocaria a questão assim: uma linha defensiva reserva do Celtic dá algo de concreto para um ataque sem força do Hibs aproveitar, ou o problema é simplesmente que o Hibs tem dificuldade para criar qualquer coisa?
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A rapidez do Monaco ao receber a bola no ataque vai de encontro a um Lille que recentemente vem cedendo cruzamentos e infiltrações em zonas perigosas. Mesmo sem seus centroavantes, o Lille mantém sua troca de passes e boas combinações pelas pontas. Já em Manchester, a pressão inicial do Bournemouth explora diretamente a dificuldade recente do United em proteger a segunda bola pelo meio.
A evolução do Hoffenheim vem da pressão coordenada e das combinações rápidas depois da recuperação da bola. O Bayer Leverkusen tem uma dupla bem entrosada pelo meio, capaz de transformar uma saída bem-sucedida da pressão em um ataque imediato à área. O duelo decisivo será entre o primeiro passe para escapar da pressão e a recomposição defensiva que vem em seguida.
Crystal Palace e Newcastle têm um bom suprimento pelos lados, que bate de frente com as fragilidades recentes de cada um na marcação de cruzamentos e no acompanhamento dos lances. Os dois já deixaram o adversário seguir atacando depois de uma primeira ação defensiva. Atalanta x Frosinone traz outra disputa: a pressão sobre o primeiro passe contra a capacidade de achar jogadores livres além dessa pressão.
A defesa fechada do Hull depende de o primeiro passe para a frente encontrar um companheiro, permitindo que os jogadores próximos se juntem ao ataque. O Brentford já mostrou recentemente várias maneiras de dar sequência às jogadas, com opções pelo meio e pelos lados. Em Anfield, a provável escalação do Brighton no campeonato vai levar suas combinações pelo centro para um duelo com a pressão agressiva e as subidas dos jogadores do Liverpool.
Os jogadores que avançam pelo NEC criam várias opções de passe e deixam espaço às costas da pressão. O Groningen mantém conexões capazes de levar a bola até esse espaço. Genoa x Venezia traz outra questão: será que o time da casa consegue fazer a bola circular e deslocar um meio-campo compacto sem ficar desprotegido contra uma saída direta?
O Fortuna tem várias maneiras de acionar Descotte sem precisar controlar a posse de bola por longos períodos. As jogadas pelas pontas do Excelsior encontram uma defesa mandante que vem sofrendo com cruzamentos e pressão na sobra. Já PSV x Feyenoord traz um duelo à parte, onde um passe que supere a primeira linha de pressão pode deixar o marcador seguinte exposto com rapidez.
Shonan e Tochigi trazem conexões que põem à prova os espaços ao redor dos laterais que avançam. Os jogos recentes também mostram como mudanças no ataque podem manter a pressão depois do intervalo. Em Yokohama, a troca no montinho e o aproveitamento dos corredores em base parecem mais decisivos do que a diferença no placar da abertura da série.
As combinações alternativas pelos lados da Inter já renderam ataques concluídos e gols. O meio-campo e os cruzamentos da ACF Fiorentina dão ao time um caminho de volta pelo espaço nas costas dos alas. Em San Mamés, o duelo central é o acesso repetido do Athletic pelas pontas contra a marcação reorganizada e os cortes do Getafe.
Shonan e Tochigi chegam à área de formas diferentes: cruzamentos pelos lados se combinam com infiltrações pelos corredores centrais. Nas partidas recentes, os adversários também continuaram encontrando espaços para atacar depois do primeiro gol. Em Yokohama, a questão importante sobre os arremessadores é como será feita a transição no meio do jogo, já que as duas ordens de rebatida têm opções para avançar corredores e conectar rebatidas extra-base.
Monaco e Lille conseguem chegar à área com transições rápidas e cruzamentos pelos lados do campo. Crystal Palace e Newcastle também têm boas opções de desafogo para um confronto que deve ser definido na primeira bola rebatida e no contra-ataque seguinte. Em Hoffenheim, a grande questão é se o Leverkusen conseguirá furar a pressão dos donos da casa para acionar seus homens de frente.
O Frosinone pode sair de uma recuperação no meio-campo para receber a bola no ataque sem precisar passar longos períodos com a posse. A Atalanta tem uma rota de ataque por baixo já bem trabalhada com Bellanova e Krstović, enquanto uma zaga central improvisada protege a jogada. A primeira recepção e a disputa pela sobra devem dar o tom da partida.
O padrão recente mais útil do Bournemouth começa na pressão coordenada e passa pelo jogo de costas para o gol do Evanilson. O Manchester United tem mostrado arrancadas perigosas com o Tielemans e seus atacantes de muita velocidade. O duelo central é saber se o United consegue conectar a próxima saída de bola antes de o Bournemouth se recompor e atacar de novo.
Os ataques diretos do Hull tornam especialmente importante a disputa pela bola após o primeiro toque de McBurnie. O Brentford tem maneiras criativas de contornar o bloco defensivo do adversário, e um meio-campo reformulado será responsável por recuperar essas segundas bolas. Em Anfield, a pressão e as combinações por dentro do Brighton vão enfrentar um Liverpool que recentemente criou ataques prolongados, mas também perdeu a bola em situações perigosas.