O Mainz consegue pressionar a área adversária desde o início, enquanto o Bremen já mostrou que sabe encontrar outra fase ofensiva depois de sair atrás no placar. O confronto deve girar em torno do primeiro passe de transição e de saber se uma vantagem dos donos da casa vai se transformar em outra finalização limpa. Cardiff e Birmingham (England) têm condições de ganhar terreno, mas a primeira recuperação de bola perto do meio-campo deve definir qual lado terá o caminho mais direto para o gol. Nos dois jogos, o abastecimento seguinte a um gol inaugural importa tanto quanto a jogada inicial.
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Portsmouth e Millwall têm boas opções pelos lados, mas suas chances recentes chegaram ao gol de forma irregular. A disputa pela segunda bola e o espaço ao lado dos laterais que avançam podem decidir se essas jogadas viram finalizações limpas. Villa e Manchester City têm outro duelo na saída de bola: o Villa pode pressionar o volante do City, enquanto o City consegue chegar pelos dois lados e cruzar para uma área cheia. O primeiro gol de cada partida deve influenciar quantas vezes o time que estiver atrás consegue retomar o ataque.
Rayo e Como podem controlar o território e pressionar o primeiro passe dos visitantes. Os adversários também têm opções para escapar dessa pressão, com jogadores abertos e segundas bolas que podem manter o placar equilibrado. A compactação do Elche e a reação do Sassuolo depois de sofrer um gol fazem com que o próximo ataque concluído seja mais importante do que a simples contagem de chegadas à área. Os dois jogos dependem de as equipes da casa transformarem o controle em finalizações limpas e repetidas.
O clássico de Melbourne depende de a pressão central do Victory conseguir frear o primeiro passe vertical do City. O City já mostrou que consegue chegar à área com frequência, enquanto a posse de bola recente do Victory nem sempre se transformou em finalizações limpas. Em Yokohama, as entradas iniciais vão colocar à prova dois fortes arremessadores titulares antes que as primeiras decisões de bullpen coloquem a rotação completa dos rebatedores em foco. A mudança para um estádio onde os arremessadores vão ao bastão também altera a forma como Fukuoka pode utilizar sua recente formação ofensiva.
O QPR consegue criar chances rapidamente com seus jogadores abertos, enquanto o Swansea prefere construir pelo meio e cruzar pela esquerda. Os dois times podem transformar uma retomada de bola em uma chegada à área, então o primeiro passe limpo depois de recuperar a posse importa mais do que ter a bola por mais tempo. O volume de finalizações do QPR nem sempre resultou em boas chances, e a última partida do Swansea mostrou que manter a posse também pode terminar sem uma finalização no alvo.
Três equipes mais fortes enfrentam adversários cujo estilo de jogo favorece diretamente seus pontos fortes. Em casa, o Leipzig é um time totalmente diferente de quando joga fora, e a saída de bola corajosa do Elversberg cai direto na pressão pós-perda deles. Os jogos fora de casa do Manchester City contra boas equipes têm sido marcados pelo controle e por jogos sem sofrer gols, enquanto o ataque do Villa em casa contra os times de cima tem produzido pouco. O Wolves segue criando mais chances do que os visitantes no Molineux, e o ataque do Watford fora de casa mal deu as caras durante todo o outono.
Aston Villa e Manchester City conseguem levar a bola para zonas perigosas pelos lados, e a primeira posse defensiva depois de um gol pode moldar o ataque seguinte. As combinações do City podem criar chegadas à área pelos dois lados e também pelo meio. O Como deve dominar o território no início contra o Sassuolo, cujos atacantes de lado já mostraram que conseguem responder à pressão com chances próprias.
O Sheffield United pode pressionar pelos lados e aproveitar as rebatidas, enquanto o Derby busca Morris e os jogadores que se aproximam dele. Os jogos recentes mostram que dominar o território e criar a próxima finalização limpa são coisas diferentes. O Arsenal deve passar longos períodos com a bola contra o Everton, mas o Everton pode combinar uma defesa compacta com pressão sobre o primeiro passe do Arsenal.
A pressão do Bologna pode forçar o Cagliari a tomar decisões precipitadas pelo meio logo cedo, mas o Cagliari também conta com uma ligação direta para escapar dessa marcação. Já Mainz e Bremen chegam à área adversária por caminhos diferentes: o Mainz aproveita e trabalha as segundas bolas, enquanto o Bremen consegue acelerar rapidamente em direção à referência ofensiva. O primeiro corte da defesa não deve ser o fim dos ataques de nenhum dos lados, e mudanças de amplitude ao longo da partida, assim como a sobra das rebatidas, podem ser decisivas em ambos os confrontos.
O Arsenal deve tentar encurralar o Everton e recuperar as bolas afastadas perto da área. O Everton pode responder com um primeiro passe direto e uma inversão para o lado oposto. QPR e Swansea têm uma disputa parecida pelo primeiro passe pelo meio. A próxima recuperação do Swansea pode virar mais um ataque, enquanto o QPR tem velocidade pelos dois lados.
Sheffield United e Derby podem resolver a disputa nas bolas rebatidas após o primeiro corte. O United tem jogadas pelos lados e um segundo jogador chegando, enquanto o Derby pode responder com Morris e saídas rápidas. Em Vallecas, as investidas do Rayo pelas pontas devem encontrar um Elche em busca de uma saída direta e veloz. Nos dois jogos, a recepção seguinte a um cruzamento bloqueado pode fazer a diferença.
Portsmouth e Millwall têm maneiras diferentes de transformar as jogadas pelos lados em uma segunda chance. Em casa, o Portsmouth consegue trocar passes, enquanto o Millwall tem uma saída direta e costuma responder bem depois do intervalo. Em Villa Park, o City deve ter mais a bola e buscar espaços pelos dois lados. A proteção pelo meio do Villa e a rapidez na primeira saída vão determinar quantas vezes essa posse se transforma em uma chance clara.
No The Valley, o perfil do mandante é o dado mais marcante deste jogo: foram cinco partidas em casa pela liga, seis gols no total e nunca mais de três em uma só partida. O Norwich chega com um ataque que perdeu muita força desde a lesão de Mo Toure. Em Gaziantep, um time da casa ainda sem o elenco completo enfrenta um Fenerbahçe forte e profundo, ainda sentido pela derrota na estreia para os campeões. Os dois jogos giram em torno de uma fragilidade que apareceu no conteúdo recente, não dos nomes.
O clássico de Melbourne deve ser decidido por quem conseguir transformar o primeiro passe em jogadas frequentes dentro da área. A posse de bola sozinha serviu de pouco para o Victory na estreia. Em Yokohama, as primeiras passagens pela ordem de rebatedores vão testar como cada arremessador titular lida com os corredores em base. A transição dos titulares para o bullpen descansado deve definir as entradas finais.
Dois mandantes da Efeler Ligi chegam a esta rodada com times bem definidos, enquanto os dois visitantes, promovidos nesta temporada, ainda buscam seu nível. O Gebze começou todos os jogos oficiais deste mês com os mesmos seis titulares. O núcleo do Galatasaray, com Ma'a, Maar e Koç, é o mesmo que acabou de vencer os campeões. Nas duas partidas, a recepção dos visitantes já mostrou problemas diante de saques de equipes da elite.
O Mainz criou muitas chances em casa, mas nem sempre suas chegadas à área resultaram em uma segunda finalização limpa ou em uma posse defensiva segura na sequência. O Werder tem um caminho para voltar ao jogo com seu homem de referência no ataque e cruzamentos pelas laterais. Stoke e Bristol City também dependem da primeira rebatida: o Stoke ameaça nas bolas paradas, enquanto o Bristol busca apoiar seu atacante com jogadas mais rápidas para a frente.
O QPR sabe se defender de forma compacta e sair em velocidade com Smyth ou Poku, enquanto o Swansea prefere ter mais a posse de bola e apostar nas jogadas pelo lado esquerdo. As duas equipes mudaram peças pelo lado direito, fazendo com que o primeiro passe após a recuperação da bola seja decisivo. Uma pressão só terá efeito real se terminar com uma chance clara após o primeiro corte da zaga.
O clássico de Melbourne coloca a pressão do Victory frente a frente com a construção paciente do City. O jogo pelos lados do City ainda pode criar chances depois de superar essa pressão. Charlton e Norwich trazem um duelo diferente: o Charlton fecha o meio e sai pelos lados, enquanto o Norwich busca roubadas de bola e passes rápidos para seus atacantes.
O Mainz pode pressionar a saída de bola do Bremen e explorar a profundidade com Becker ou os cruzamentos de Caci para encontrar Tietz. Já o Bremen tem uma saída direta em Füllkrug e, depois de conter a pressão inicial, ganha opções de criação com Grüll e Weiser. No outro jogo, o Utrecht pode construir perigo combinando pelo lado esquerdo, enquanto o Zwolle conta com uma ligação direta pela direita para abastecer a área. Nos dois confrontos, quem sair na frente ainda vai precisar suportar uma resposta de verdade do adversário.
O Utrecht tem encontrado o caminho do gol com Alarcón e Cathline, enquanto De Wit oferece uma opção central. O Zwolle também criou chances em dois resultados diferentes, com Mbayo, Oosting e Van Hooijdonk, além de contar com jogadores que chegam de trás. O QPR pode sair rápido no contra-ataque com Smyth, Poku e Kone, enquanto o Swansea consegue recuperar a bola e avançar pela esquerda com Tymon e Idah. Esses jogos são definidos pela segunda opção de ataque, depois que a primeira investida é interrompida.