O Sheffield United pode pressionar pelos lados e aproveitar as rebatidas, enquanto o Derby busca Morris e os jogadores que se aproximam dele. Os jogos recentes mostram que dominar o território e criar a próxima finalização limpa são coisas diferentes. O Arsenal deve passar longos períodos com a bola contra o Everton, mas o Everton pode combinar uma defesa compacta com pressão sobre o primeiro passe do Arsenal.
Todas as publicações · página 42
A pressão do Bologna pode forçar o Cagliari a tomar decisões precipitadas pelo meio logo cedo, mas o Cagliari também conta com uma ligação direta para escapar dessa marcação. Já Mainz e Bremen chegam à área adversária por caminhos diferentes: o Mainz aproveita e trabalha as segundas bolas, enquanto o Bremen consegue acelerar rapidamente em direção à referência ofensiva. O primeiro corte da defesa não deve ser o fim dos ataques de nenhum dos lados, e mudanças de amplitude ao longo da partida, assim como a sobra das rebatidas, podem ser decisivas em ambos os confrontos.
O Arsenal deve tentar encurralar o Everton e recuperar as bolas afastadas perto da área. O Everton pode responder com um primeiro passe direto e uma inversão para o lado oposto. QPR e Swansea têm uma disputa parecida pelo primeiro passe pelo meio. A próxima recuperação do Swansea pode virar mais um ataque, enquanto o QPR tem velocidade pelos dois lados.
Sheffield United e Derby podem resolver a disputa nas bolas rebatidas após o primeiro corte. O United tem jogadas pelos lados e um segundo jogador chegando, enquanto o Derby pode responder com Morris e saídas rápidas. Em Vallecas, as investidas do Rayo pelas pontas devem encontrar um Elche em busca de uma saída direta e veloz. Nos dois jogos, a recepção seguinte a um cruzamento bloqueado pode fazer a diferença.
Portsmouth e Millwall têm maneiras diferentes de transformar as jogadas pelos lados em uma segunda chance. Em casa, o Portsmouth consegue trocar passes, enquanto o Millwall tem uma saída direta e costuma responder bem depois do intervalo. Em Villa Park, o City deve ter mais a bola e buscar espaços pelos dois lados. A proteção pelo meio do Villa e a rapidez na primeira saída vão determinar quantas vezes essa posse se transforma em uma chance clara.
No The Valley, o perfil do mandante é o dado mais marcante deste jogo: foram cinco partidas em casa pela liga, seis gols no total e nunca mais de três em uma só partida. O Norwich chega com um ataque que perdeu muita força desde a lesão de Mo Toure. Em Gaziantep, um time da casa ainda sem o elenco completo enfrenta um Fenerbahçe forte e profundo, ainda sentido pela derrota na estreia para os campeões. Os dois jogos giram em torno de uma fragilidade que apareceu no conteúdo recente, não dos nomes.
O clássico de Melbourne deve ser decidido por quem conseguir transformar o primeiro passe em jogadas frequentes dentro da área. A posse de bola sozinha serviu de pouco para o Victory na estreia. Em Yokohama, as primeiras passagens pela ordem de rebatedores vão testar como cada arremessador titular lida com os corredores em base. A transição dos titulares para o bullpen descansado deve definir as entradas finais.
Dois mandantes da Efeler Ligi chegam a esta rodada com times bem definidos, enquanto os dois visitantes, promovidos nesta temporada, ainda buscam seu nível. O Gebze começou todos os jogos oficiais deste mês com os mesmos seis titulares. O núcleo do Galatasaray, com Ma'a, Maar e Koç, é o mesmo que acabou de vencer os campeões. Nas duas partidas, a recepção dos visitantes já mostrou problemas diante de saques de equipes da elite.
O Mainz criou muitas chances em casa, mas nem sempre suas chegadas à área resultaram em uma segunda finalização limpa ou em uma posse defensiva segura na sequência. O Werder tem um caminho para voltar ao jogo com seu homem de referência no ataque e cruzamentos pelas laterais. Stoke e Bristol City também dependem da primeira rebatida: o Stoke ameaça nas bolas paradas, enquanto o Bristol busca apoiar seu atacante com jogadas mais rápidas para a frente.
O QPR sabe se defender de forma compacta e sair em velocidade com Smyth ou Poku, enquanto o Swansea prefere ter mais a posse de bola e apostar nas jogadas pelo lado esquerdo. As duas equipes mudaram peças pelo lado direito, fazendo com que o primeiro passe após a recuperação da bola seja decisivo. Uma pressão só terá efeito real se terminar com uma chance clara após o primeiro corte da zaga.
O clássico de Melbourne coloca a pressão do Victory frente a frente com a construção paciente do City. O jogo pelos lados do City ainda pode criar chances depois de superar essa pressão. Charlton e Norwich trazem um duelo diferente: o Charlton fecha o meio e sai pelos lados, enquanto o Norwich busca roubadas de bola e passes rápidos para seus atacantes.
O Mainz pode pressionar a saída de bola do Bremen e explorar a profundidade com Becker ou os cruzamentos de Caci para encontrar Tietz. Já o Bremen tem uma saída direta em Füllkrug e, depois de conter a pressão inicial, ganha opções de criação com Grüll e Weiser. No outro jogo, o Utrecht pode construir perigo combinando pelo lado esquerdo, enquanto o Zwolle conta com uma ligação direta pela direita para abastecer a área. Nos dois confrontos, quem sair na frente ainda vai precisar suportar uma resposta de verdade do adversário.
O Utrecht tem encontrado o caminho do gol com Alarcón e Cathline, enquanto De Wit oferece uma opção central. O Zwolle também criou chances em dois resultados diferentes, com Mbayo, Oosting e Van Hooijdonk, além de contar com jogadores que chegam de trás. O QPR pode sair rápido no contra-ataque com Smyth, Poku e Kone, enquanto o Swansea consegue recuperar a bola e avançar pela esquerda com Tymon e Idah. Esses jogos são definidos pela segunda opção de ataque, depois que a primeira investida é interrompida.
O Preston consegue se manter compacto com uma linha de três zagueiros e acionar Lang ou Devine depois de recuperar uma bola solta. O West Brom pode avançar com Price e Molumby e, em seguida, envolver atacantes diferentes nas mesmas jogadas de entrada na área. Os adversários recentes do Preston chegaram repetidamente a zonas perigosas, enquanto a posse de bola do próprio time raramente gerou uma segunda finalização limpa. O jogo depende de os visitantes conseguirem manter essa construção pelo centro ao longo de cada fase.
No Como, Paz e Douvikas conseguem transformar a posse de bola em chances claras pelo meio da área, principalmente quando o adversário erra o primeiro passe. O Sassuolo pode responder com Berardi e Laurienté aproveitando o espaço deixado pelos laterais que avançam. Da mesma forma, o Mainz tem chegadas perigosas ao ataque com Becker e Amiri, enquanto o Bremen pode apostar nos cruzamentos para encontrar Füllkrug. Em cada confronto, vemos o mandante com um caminho ofensivo bem definido e o visitante com argumentos para responder.
O Sheffield United pode atacar o Derby pelos lados e aproveitar as segundas bolas perto da área. O Derby já colocou sua linha defensiva reserva para jogar junta, e Morris oferece uma saída direta. O Aston Villa pode pressionar e cruzar para a área, enquanto o Manchester City consegue criar tanto pelas combinações abertas quanto com um finalizador pelo meio. Esses jogos mostram se a primeira onda de pressão pode ser repetida e convertida em gols.
O clássico de Melbourne reúne duas equipes que sabem trabalhar a bola, mas chegam à área de maneiras diferentes. O Victory controlou a posse de bola na estreia pela liga, enquanto o City criou mais chances com jogadas pelos lados e pelo meio. No Fratton Park, o Portsmouth pode pressionar ocupando o campo adversário e aproveitando bolas paradas; o Millwall, por sua vez, usa um centroavante de referência e jogadores que disparam para sair em velocidade. Nos dois jogos, a questão é se a pressão dos mandantes vai gerar chances claras em sequência.
O Portsmouth consegue chegar ao campo de ataque com Kamara e Segečić, mas a pressão recente raramente tem se transformado em finalizações frequentes pelo meio. O Millwall tem uma resposta mais direta com Dykes e as chegadas pelos lados. Em Birmingham, a pressão insistente e as várias opções de finalização do Manchester City encontram um Aston Villa que tem boas saídas pelo meio-campo, passes diretos para a frente e jogadas pelas pontas. A grande questão em cada confronto é ver como quem estiver na frente vai lidar com a reação do adversário.
Estes dois jogos da Championship são marcados por equipes sem os jogadores que costumam sustentá-las. Em Bramall Lane, um Sheffield reativo terá de tomar a iniciativa contra o time com menos gols da liga, sob alerta de ventos fortes — cenário que aponta para poucas chances claras. Em Loftus Road, o QPR perdeu os jogadores que conduziam a bola e cobravam seus pênaltis, enquanto a máquina de criar chances do Swansea segue intacta. Nos dois casos, os números em que o mercado se apoia foram construídos por fatores que não estarão em campo.
O clássico de Melbourne passa por saber se a pressão inicial do Victory vai atrapalhar o passe pelo meio do City antes de a bola chegar às pontas. O City chegou várias vezes à área contra o Auckland, apesar da derrota, enquanto a posse do Victory contra o Wellington rendeu poucas chegadas claras. Na abertura da Japan Series, dois titulares descansados e o primeiro momento em que os times recorrem ao bullpen devem influenciar a pontuação. Nos dois jogos, a questão é quantas vezes uma vantagem inicial vira uma finalização limpa.