O Kawasaki Frontale, equipe da elite, enfrenta o Iwata, que disputa a divisão inferior. O cenário se apoia em uma grande diferença técnica entre os dois lados. O Kawasaki deve buscar o controle da posse de bola, ditar o ritmo da partida e furar o bloqueio defensivo do Iwata aproveitando sua maior qualidade técnica e as combinações pelo meio. Já o Iwata, contando com o fator casa, tende a se posicionar mais recuado para tentar surpreender em transições rápidas ou em jogadas de bola parada, na expectativa de tirar proveito de algum desgaste físico na estrutura do Kawasaki.
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A abertura da fase final coloca dois arremessadores destros em confrontos que favorecem seu estilo, então a expectativa é de um jogo de poucos pontos, decidido por uma rebatida decisiva ou pelo bullpen nos innings finais. Nenhum dos lados tem o controle da partida. O ponto forte de Hanshin é evitar corridas com Murakami no montinho; o fraco, no momento, é o ataque. Yokohama vem vencendo do jeito que a levou até aqui na primeira fase: um titular que limita o adversário a uma ou duas corridas, um home run de alguém do topo da ordem e um bullpen que fecha jogos por uma corrida.
Na primeira partida, o Vissel Kobe aposta na posse de bola e na pressão alta com seus atacantes, além de explorar os cruzamentos pelas pontas para criar chances. Esse esquema, porém, deixa muito espaço às costas do meio-campo nas transições. O Jeonbuk é uma equipe pragmática, que se sente à vontade sem a bola e busca contra-ataques rápidos para punir defesas desorganizadas.
Os dois arremessadores titulares têm condições de travar o início da partida, então colocar o primeiro homem em base antes do meio da ordem ganha muito peso. O Hanshin aposta em Chikamoto e Nakano para abrir caminho para Morishita ou Oyama. Já o DeNA vem movimentando as bases com Watarai e Maki, contando depois com o contato de Sano e Tobashira. A entrada dos bullpens será o momento seguinte de virada no jogo.
O KCC Egis aposta em um ataque de ritmo acelerado e muitos pontos, impulsionado por armadores dinâmicos e jogadas individuais dos importados, mas tem dificuldades defensivas fora de casa. Em casa, o Nagasaki joga em meia quadra de forma organizada e disciplinada na defesa, limita os adversários e força arremessos difíceis, em vez de entrar em um duelo de muitos pontos.
O Sydney aposta em um jogo ofensivo de ritmo aceleradíssimo, apostando em transições rápidas e sufocando os adversários no volume de pontuação. Já o New Zealand Breakers costuma depender de um aproveitamento de elite nos arremessos de três pontos para acompanhar o placar em jogos movimentados, trabalhando principalmente em jogadas de meia-quadra armadas por seus principais armadores.
O Kawasaki Frontale aposta na posse de bola e em ataques bem estruturados, mas a sequência pesada de jogos obriga o time a improvisar na escalação. O Iwata costuma jogar com muita motivação em partidas de copa e já mostrou que consegue marcar com eficiência mesmo com o elenco mexido. Quando a posse do Kawasaki encontra a pressão motivada do Iwata, a falta de entrosamento causada pelas mudanças pode resultar em erros na saída de bola e contra-ataques do Iwata.
O KoGas provavelmente tentará dominar o garrafão com Ra Guna e Aluma, enquanto arrisca muitas bolas de três. O Suwon KT vai contar com Bass para acelerar o ritmo e pontuar em transição. A partida deve ser equilibrada, e os rebotes do KoGas podem mantê-lo na disputa mesmo que as bolas de três não estejam caindo com frequência.
A partida deve se desenhar como um autêntico duelo de arremessadores logo na primeira entrada, com Murakami e Taira trocando eliminações sem ceder corridas. Para pontuar, o Yokohama DeNA BayStars vai depender de um home run solo ou o Hanshin de uma corrida construída na base da estratégia. Nas entradas finais, o bullpen do Hanshin, com descanso de sobra, entra para fechar o jogo e garantir qualquer vantagem mínima.
Este confronto é marcado pela tensão entre o descanso planejado e o embalo dos playoffs. O Hanshin, campeão da liga e mais descansado, conta com uma rotação titular de elite e um bullpen profundo, com todos os relievers descansados, para controlar o jogo e ditar o ritmo. O Yokohama DeNA BayStars chega embalado ofensivamente depois de varrer a Primeira Fase, mas o ambiente de poucas corridas faz com que as chances de pontuar sejam escassas, aumentando o peso de qualquer erro dos arremessadores no início.
O duelo da Copa da J.League Primeira fase entre Iwata e Kawasaki parece opor pressão constante e acesso rápido à área. Kobe e Jeonbuk têm maneiras diferentes de transformar o primeiro passe em uma chance, e a posse defensiva seguinte pode definir o jogo. Nagasaki e KCC levam uma disputa parecida para a quadra: criação no garrafão, respostas do perímetro e capacidade de conseguir stops depois de pontuar.
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A Expressway Co conta com um ataque diversificado e comprovado, sustentado por um bom ritmo de jogo. O Hyundai E&C Hillstate passa por uma grande mudança estrutural sem Yang Hyo-jin e está deixando de lado seu tradicional jogo concentrado pelo meio. A dependência de uma nova dupla de ponteiras traz muita incerteza para as transições defensivas.
O Yokohama F. Marinos aposta em ataques estruturados e muita posse de bola para criar chances, mas costuma pecar na pontaria contra defesas recuadas. O Shimizu S-Pulse joga de forma resiliente e oportunista, sentindo-se confortável para absorver a pressão em um bloco baixo e apostar em bolas paradas e transições rápidas. No confronto entre os dois, o encaixe tático favorece quem se sente bem sem a bola.
Estes dois jogos parecem mais equilibrados do que os nomes nas escalações sugerem. No duelo entre Kobe e Jeonbuk, o cenário mais provável é um time com a maior parte da posse de bola, enquanto o outro joga fechado e busca ferir em momentos pontuais, o que geralmente resulta em margem apertada. No confronto de copa em Iwata, o Kawasaki, que jogou apenas dois dias antes, visita um mandante que pressiona e abusa dos cruzamentos, e os minutos iniciais são exatamente onde essas duas realidades se chocam.
O Kawasaki Frontale costuma apostar na posse de bola e na troca de passes trabalhada, mas a provável rotação intensa deve atrapalhar o ritmo ofensivo e a organização defensiva da equipe. Em casa, motivado e com a vantagem de estar mais descansado, o Iwata deve montar uma defesa compacta e tentar explorar os espaços deixados pela estrutura desentrosada do Kawasaki. A tendência é que o Kawasaki controle a posse no início, mas tenha dificuldade para penetrar na defesa. Assim, o Iwata poderá suportar a pressão e criar chances em contra-ataques.
Nos dois jogos, um time desfalcado enfrenta um favorito sem a arma que poderia explorar essa fragilidade. O Sydney não rouba muitas bolas, então a falta de um armador nos Breakers pesa menos do que pareceu em Perth. O Nagasaki quase sempre perde a batalha dos rebotes, então o KCC, mesmo com apenas um jogador para criar as jogadas, ainda tem como vencer a disputa por posses. Nos dois confrontos, o resultado depende mais do segundo tempo do que dos quartos iniciais.
O FC Tokyo se apoia em um ataque muito eficiente e em uma defesa impenetrável, vindo de nove jogos sem sofrer gols nas últimas dez partidas. O Mito é um time de muita posse de bola, mas com dificuldade de infiltração: fica com a bola, mas cria poucas chances de perigo real. Esse encaixe de estilos favorece bastante as transições cirúrgicas do favorito contra a posse estéril do azarão.
O Kawasaki Frontale aposta na posse de bola e na qualidade técnica para ditar o ritmo do jogo, enquanto o Iwata monta uma defesa paciente e compacta, em bloco baixo, e busca atacar em transições rápidas. A equipe pretende usar um centroavante de presença física para escapar da pressão e explorar as vantagens pelo alto. É um plano tático claro para dificultar a vida de times que gostam de ter a posse.
A sequência recente de oito vitórias do Vissel Kobe pode até intimidar, mas a derrota por 4 a 2 para o Kashiwa Reysol, há apenas cinco dias, oferece exatamente o roteiro que o Jeonbuk precisa para o próximo jogo. O adversário em comum revela uma semelhança tática importante: no mês passado, nesta competição, o Jeonbuk venceu esse mesmo Kashiwa por 2 a 1 ao explorar justamente os espaços nas transições que o Kobe teve dificuldade para defender.