O Strasbourg tem opções úteis no ataque, mas, nas partidas recentes, a posse de bola não tem levado a equipe com regularidade a boas posições para finalizar. Frosinone e Torino apresentam outro equilíbrio: cruzamentos frequentes do mandante encontram uma saída eficiente dos visitantes após as recuperações. Union e Köln voltam a se enfrentar num duelo em que a velocidade do primeiro passe para o ataque já pesou mais do que a posse de bola por si só.
Danois, Faivre e Namaso, do Auxerre, combinaram jogadas em diferentes momentos do placar contra o Le Havre, enquanto Sy e Archer ofereceram uma alternativa em segundas bolas contra o Le Mans. Essas conexões chegam às zonas pelos lados e às disputas pela segunda bola, áreas que o Strasbourg teve dificuldade para defender recentemente. Yassine, Reyna e Harder também mantêm uma rota de ataque para o Strasbourg, então a tendência é de um jogo equilibrado.
Os três zagueiros titulares do Auxerre são dúvidas depois de terem completado a partida anterior; não são três desfalques confirmados. O Strasbourg segue sem Panichelli; Godo voltou a jogar, enquanto Nanasi e Doukoure ainda são opções menos certas. Achamos que o núcleo ofensivo dos visitantes tem condições de responder à pressão em casa. Por isso, ficamos com o Auxerre para manter o jogo parelho, sem descartar uma vitória apertada do mandante.
O Frosinone pode acionar Ghedjemis repetidamente pelo lado esquerdo, que tem mudado no Torino, e depois encontrar Schmid, Raimondo ou um meio-campista que apoie a jogada. Kvernadze dá amplitude pelo outro lado, e Bîrligea já manteve o ritmo nas finalizações depois de sair do banco. O Torino conta com os cruzamentos de Belghali e as opções de recepção de Adams e Simeone contra um mandante que continua cedendo chances relevantes mesmo durante sua sequência de gols.
A ausência de Grillitsch já era realidade quando o ataque do Frosinone funcionou contra o Lecce. O Torino segue sem Mandragora, enquanto Patterson já substituiu Cacciamani, que era dúvida, e Ilkhan voltou a ter participação útil. As funções previstas no ataque mantêm o abastecimento pelos dois lados, mesmo após substituições e mudanças no placar. Vamos de um jogo com gols ao longo da partida.
Krauß, Maina, Bülter e El Mala, do Köln, mantêm a conexão entre recuperação da bola e infiltração que abriu o duelo da copa contra o Union. Esse caminho funcionava antes de os gols no fim ampliarem o placar. As bolas paradas e os atacantes que avançam em velocidade do Union mantêm o jogo ativo, então a próxima rebatida e a distância que o meio-campo terá de cobrir serão pontos centrais na revanche.
A lista de desfalques do Köln não mudou desde aquele jogo da copa, e seu núcleo ofensivo segue disponível. O Union não poderá contar com Uduokhai na função de marcação na liga, pois ele está suspenso, enquanto a expectativa é de que Rønnow volte ao gol. Achamos que as recepções rápidas no ataque continuarão sendo a principal vantagem do Köln à medida que as equipes entrarem no jogo. Por isso, ficamos com o Köln, com proteção para um empate.