O Sparta vem criando perigo com cruzamentos, vários jogadores ocupando a área e aproveitando as sobras após a primeira disputa. Já o Faisaly mostrou que, mesmo com pouca posse de bola, consegue levar perigo perto do gol adversário. Nessas partidas, a qualidade da ligação com o ataque pesa mais do que o tempo com a bola nos pés.
A qualidade dos cruzamentos de Babadi e a parceria entre Toornstra e Zonneveld oferecem ao Sparta diferentes alternativas para furar a mesma linha de defesa. Guth, do Sittard, é um defensor seguro pelo alto, mas o Sparta também tem capacidade de acionar os meio-campistas que chegam de trás e brigar pelos rebotes. Além disso, a equipe tem mantido o ritmo ofensivo ao longo do segundo tempo, sem depender apenas de abrir o placar logo cedo.
A prévia oficial mais recente do Sparta confirma que Mito segue fora, enquanto o restante do elenco está à disposição. A gestão física informada pelo Sittard é apenas uma estimativa, ao passo que a baixa produção ofensiva recente do time é um fato comprovado em campo. A expectativa é que o Sparta busque espaço pelas pontas e insista em cruzamentos em sequência. Por isso, eu fico com o Sparta Rotterdam.
No Faisaly, Ersan, Ahoua e Claudio construíram as jogadas dos gols contra o Al Nahda, finalizando quase todas de dentro da área, mesmo com menos posse. Já o Taawon, nas últimas partidas da liga, teve dificuldades para transformar a posse em chances reais e para proteger as jogadas seguintes.
Nenhuma das duas equipes tem uma escalação titular confirmada no momento. A ausência contínua de Dorley foi noticiada e a cirurgia de Rajab foi confirmada oficialmente, mas nenhum desses desfalques é a base deste palpite. A tendência é de um início de jogo estudado, com o Faisaly tentando acelerar a transição logo após recuperar a posse. Esse encaixe ofensivo comprovado é o motivo pelo qual eu fico com o Al Faisaly Amman.