Este jogo reúne dois ataques capazes de fabricar uma corrida ou mudar o placar com uma rebatida. A partida de abertura mostrou corredores chegando às bases dos dois lados, enquanto o trabalho dos arremessadores e a conversão das oportunidades mantiveram o duelo equilibrado. A duração das atuações dos titulares e a passagem para o bullpen devem definir o rumo das entradas intermediárias e finais.
O empate do Seibu veio de uma sequência bem construída: rebatida de bunt de Hasegawa, sacrifício de Takizawa e single de Nishikawa. Isso dá ao ataque uma alternativa para atuar junto com a força nas rebatidas. Nevin bateu um home run de duas corridas no encontro de setembro entre Tatsu e Seibu, e a pequena amostra de Canario contra o mesmo arremessador inclui dois home runs.
Takahashi oferece ao Seibu uma boa base para essa estratégia. Nas duas partidas recentes como titular que conseguimos confirmar individualmente, ele teve cinco entradas sem permitir rebatidas e, depois, seis entradas cedendo uma corrida. O Nippon-Ham também pressiona com corredores, por meio de Yazawa, e produz rebatidas de bases extras com Narama. Por isso, controlar os corredores que chegarem às bases no início será importante nesta partida.
A ausência confirmada de Wingenter tira uma opção do bullpen, mas Kuroki, Shinohara, Moriwaki, Kaino e Mameda combinaram cinco entradas sem sofrer corridas no Jogo 1. Kojima é o receptor esperado, com base nas partidas recentes de Takahashi; Koga aparece como uma opção observada para substituí-lo. A escalação para o próximo jogo ainda não foi anunciada. As atuações individuais dos relevistas na abertura foram curtas.
Esperamos que as primeiras entradas girem em torno de separar as rebatidas, decidir como avançar os corredores e fazer as trocas de arremessadores. O Seibu já mostrou que consegue fabricar uma sequência de pontuação e também usar a força nas rebatidas contra este titular, com apoio de boas atuações recentes dos titulares e do bullpen. Por isso, ficamos com a vitória do Seibu Lions.