O Hagen é o time recém-promovido que ainda não venceu na liga, e o que mais chama a atenção é a quantidade absurda de pontos que cede aos adversários. Já o Frankfurt mostrou que sabe pontuar muito bem quando sai em transição rápida e acerta suas bolas de três. A expectativa é de um confronto bem movimentado e com pontuação alta de ambos os lados, e não um jogo travado e amarrado.
O Hagen vem sofrendo em média 96.3 pontos por partida, a pior marca da liga até aqui, e seus três jogos pela competição terminaram com 194, 171 e 187 pontos no total. O único duelo de placar mais baixo foi a derrota em casa para o Ulm, quando o Hagen anotou apenas 78 pontos. Contra o Chemnitz fora de casa, a equipe chegou a abrir 15 de vantagem, empatou no tempo regulamentar e acabou derrotada na prorrogação, com Cameron Krutwig anotando 27 pontos, 8 rebotes e 6 assistências.
O Frankfurt bateu o Vechta em casa marcando 93 pontos, apoiado no alto aproveitamento do perímetro e nos contra-ataques, com Isaiah Swope fazendo 21 pontos e Race Thompson contribuindo com 18 pontos e 10 rebotes. A derrota pesada para o Venezia ocorreu no terceiro jogo da equipe em seis dias com duas viagens longas na bagagem, mas agora a rotina da semana volta ao ritmo normal de liga.
As duas equipes são muito frágeis nos rebotes: o Frankfurt é o lanterna da competição no quesito e o Hagen é o penúltimo. Isso significa mais segundas chances e um volume maior de posses de bola. O técnico do Frankfurt fala em ditar o ritmo da partida, mas contra uma defesa tão vazada assim, a tendência é que a velocidade do jogo seja definida por quem conseguir pontuar primeiro e mais rápido.
O Hagen também jogou desfalcado do armador Marcus Graves diante do Chemnitz, deixando a condução de bola nas mãos de Krutwig e Bjarne Kraushaar, que anotou 13 pontos e 8 assistências naquele jogo. Isso mantém o ataque do Hagen fluindo com boa rotação de passes em vez de cadenciar demais a partida.