O Orlando Magic construiu seu ataque em torno das infiltrações de Wagner e dos arremessos de Bane, enquanto o Washington Wizards consegue chegar ao garrafão tanto com Young quanto com Davis. Os dois times já mostraram que sabem responder a uma sequência inicial do adversário, então o trecho decisivo vem depois do primeiro ajuste. As posses finais devem depender de uma segunda chance de pontuar bem trabalhada e de uma parada defensiva.
Os passes de Young e sua capacidade de cavar faltas podem colocar Carter diante de decisões repetidas; depois, Davis pode concluir a jogada seguinte por dentro. Wagner e Bane dão ao Orlando uma resposta forte, e Carter pode atacar a rotação mais baixa de pivôs do Washington. Mas Black está fora depois de ter assumido um papel importante na armação contra o Boston, somando-se às ausências que o Orlando já tinha na posição de armador. O Washington também não conta com Sarr, embora Ayton já tenha atuado como pivô.
O Washington tem conseguido produzir no ataque nos minutos finais com Young e Davis, mesmo quando a primeira opção de arremesso não funciona. As duas formas diferentes de concluir as jogadas dão ao time uma maneira de voltar a pontuar depois da resposta do Orlando. Por isso, ficamos com a vitória do Washington Wizards neste confronto.