Newcastle e Wellington têm alternativas para superar o primeiro combate, mas o lance seguinte parece pesar mais do que ganhar campo logo no início. Jogando em casa, o Newcastle consegue abastecer a área com Clough e Wilmering. Já o Wellington já mostrou que sabe transformar jogadas travadas ou rebatidas em novos lances de perigo. Em Melbourne, o duelo começa com a pressão do Sydney sobre a saída de bola do Melbourne City (Austrália), enquanto o City tenta responder acionando seus próprios criadores na frente.
No Newcastle, a primeira transição pode passar por Clough rumo a Bertoncello ou Vergos. No Wellington, Rufer voltou e já atuou os 90 minutos, enquanto McGarry e Sheridan vêm servindo Durán e Piper pelos lados de campo. Os desfalques entre os armadores do Newcastle já vinham de antes da última rodada da liga. Os Jets saíram na frente contra o Macarthur, mas não conseguiram o segundo gol, enquanto o Wellington buscou novo ímpeto ofensivo contra o Central Coast e arrancou um gol no fim contra o Victory. Por isso, fico com o Wellington para segurar o Newcastle.
O ataque do Sydney tem um alvo claro de pressão: as recentes perdas de bola do City no próprio campo de defesa. Toure e Sunday seguem no grupo ao lado de Youlley, que marcou o gol de empate contra o Adelaide antes da jogada da vitória construída por Toure e Sunday. O City ainda conta com Marcondes como válvula de criação, mas seus dois primeiros jogos na liga renderam poucos arremates no alvo, apesar do volume expressivo de finalizações. A ausência de Hollman não desfaz as opções ofensivas observadas no Sydney. Por isso, fico com o Sydney para endurecer contra o Melbourne City.