New England e Miami encontram maneiras diferentes de chegar às mesmas zonas perigosas. O Miami consegue ficar com a bola e acionar seus atacantes repetidas vezes, enquanto o New England tem transformado passes rápidos para a frente e segundas bolas em gols. Em Portland, a pressão constante do time da casa enfrenta um Houston preparado para suportar os ataques e responder em uma bola parada ou numa saída rápida. A qualidade da finalização inicial e do corte defensivo seguinte pode definir os dois jogos.
Gil e Langoni podem encontrar Turgeman antes de o Miami se recompor, com Gazdag chegando depois da primeira finalização. Messi, De Paul e Suárez dão ao Miami muitas opções para chegar ao ataque, mas a posse recente contra Cincinnati e os Red Bulls rendeu menos chances claras do que o volume de bola sugeria. Gil, Turgeman, Gazdag e Turner jogaram a última partida do New England; os principais criadores do Miami também estiveram em campo no último jogo. Por isso, nossa análise parte dos papéis ofensivos já estabelecidos. Uma vantagem em casa aumentaria a pressão do Miami, e a reação do New England depois de perder a liderança para os Red Bulls mostra outro caminho para marcar. Por isso, achamos que o New England vai acompanhar o Miami no placar.
Velde e Da Costa podem criar por ângulos diferentes para o Portland, enquanto Halter, Resch, Negri e Bond formam uma base defensiva conhecida do Houston desde o jogo contra Seattle. A cobrança de escanteio de Bogusz para Halter mostrou uma alternativa na segunda bola, e o setor central da defesa do Portland agora fica sem Fory e Miller, que jogaram contra o St. Louis. As substituições defensivas do Houston já atuaram juntas; a possível volta de Guilherme seria mais uma opção de saída, mas não é a base desta análise. O Portland vai buscar novas chegadas ao ataque, mas seus três gols contra o St. Louis vieram de um volume de chances bem menor do que na partida contra Charlotte. Por isso, achamos que o Houston vai manter o jogo equilibrado.