O Bournemouth pressiona logo quem recebe o primeiro passe e faz a transição rápida buscando o Evanilson. Já o Manchester United conta com um caminho direto para o gol com Tielemans e Mbeumo. A melhor jogada ofensiva do Crystal Palace sai do meio de campo para um cruzamento rasteiro vindo da ponta. O Newcastle, por sua vez, consegue acionar o Wissa pelos pés de Hall e Barnes após ganhar a segunda bola.
Cook, Christie e Adams formam no Bournemouth uma engrenagem de recuperação testada e aprovada, com Tavernier chegando para finalizar. O United até marcou com um passe de Tielemans contra o Leeds, mas a saída pelo meio travou diante do Como, e as chances criadas depois foram raras. O United não teve Sesko, Mainoo, Shaw, Ugarte e Dorgu contra o Como; pelo Bournemouth, Tóth atuou poucos minutos contra o Milan antes de se lesionar, mas a base de pressão no meio-campo segue mantida. Acredito que o Bournemouth consiga atrapalhar os primeiros passes dos rivais o suficiente para manter seus homens de frente abastecidos. Por isso, fico com o Bournemouth para arrancar um resultado.
O cruzamento de Khalaili para Pino e a presença de Mateta deram ao Palace um caminho eficiente contra o Besiktas. O Newcastle teve bastante volume diante de Aston Villa e Coventry, mas transformou poucas dessas investidas em chutes no alvo. Mateta e Disasi estiveram em campo na última partida do Palace, enquanto Henderson foi desfalque; no Newcastle, Elanga e Ramsey perderam os dois últimos jogos e retornam com minutos controlados. A minha expectativa é ver o Palace pressionando a saída inicial do Newcastle e aproveitando seus alas para abastecer a área com frequência. Por isso, fico com o Crystal Palace para evitar a vitória dos visitantes.