Este confronto coloca a variedade de criadores do Sono contra o jogo cada vez mais entrosado do Mobis perto da cesta. O Sono consegue produzir com diferentes pontuadores e passadores, mas suas viradas recentes deixaram a posse defensiva seguinte exposta. Já a evolução mais recente do Mobis veio da movimentação no garrafão e da capacidade de responder na pontuação depois que o adversário reagiu.
Prim dá ao Mobis um alvo forte no jogo interno, enquanto a nova movimentação de Bazley traz outra alternativa para agredir o aro. Contra o DB, eles somaram 55 pontos juntos, e o Mobis converteu 35 de 56 arremessos de dois pontos, mesmo acertando apenas cinco de 22 bolas de três. Os passes e as infiltrações de Lee Woo-seok ajudaram a conectar essas ameaças.
Essa dupla vai encarar uma defesa do Sono que permitiu ao Anyang acertar 25 de 37 arremessos dentro do arco. A pontuação de Lee Jung-hyun, a distribuição de O'Bryant e a capacidade de definição de James e Quiambao dão ao Sono várias respostas ofensivas. O ponto central do duelo é ver como o Sono vai conter a primeira ação no garrafão e, em seguida, se recuperar para marcar o próximo recebedor.
Quiambao e O'Bryant tiveram muitos minutos no último jogo do Sono, após as preocupações recentes com lesões. Os dois fazem parte do plano ofensivo. No Mobis, a provável ausência contínua de Jo Han-jin por lesão no tornozelo faz a equipe ter que cobrir seu arremesso de perímetro e o trabalho defensivo com o restante da rotação.
Espero que os quartos intermediários tragam o duelo mais franco entre a dupla de garrafão do Mobis e o ataque mais espalhado do Sono. A reta final coloca mais peso nas decisões dos armadores e na escolha do jogador estrangeiro: Prim destravou o ataque do Mobis depois que o DB diminuiu a desvantagem para três pontos, com Lee Woo-seok também agredindo a cesta. Essa facilidade para pontuar perto do aro, somada à capacidade já comprovada de responder no fim dos jogos, é o motivo pelo qual eu fico com a vitória do Mobis Phoebus.