Getafe e Lugano devem medir forças e testar o primeiro passe um do outro antes de o jogo assentar em posses mais longas. O Getafe consegue proteger a área de forma compacta, enquanto o Lugano tem capacidade para encontrar espaços nas costas dos laterais e responder com cruzamentos perigosos vindo de trás. Já Juventus e Rennes têm uma dinâmica diferente: a Juventus deve controlar mais o campo de ataque, mas o grande teste será a finalização ou o passe seguinte logo após a primeira oportunidade criada. O Rennes, por sua vez, conta com uma saída direta em velocidade para explorar as costas dos alas mandantes.
Os ataques recentes do Getafe dependeram muitas vezes de um único lance limpo, enquanto Rayo e Craiova conseguiram bloquear essa primeira saída e a recuperação pelos lados. A base do Lugano nas competições europeias foi poupada na copa nacional, e nomes como Mai, Dos Santos e Cimignani podem puxar essa transição inicial, com Moncada ou Castro chegando depois para concluir na área. A lesão na coxa de Steffen tira a conexão que funcionou contra o Estrela Vermelha, mas os outros caminhos para receber a bola continuam abertos. Além disso, o longo período em que o Getafe atuou com dez jogadores contra o Rayo pesa contra a equipe na reta final. Por isso, eu fico ao lado do Lugano para fazer jogo duro contra os donos da casa.
A Juventus pode forçar o Rennes ao erro na pressão, como mostram as perdas recentes dos visitantes logo no primeiro passe, e a dupla Kolo Muani-Woltemade anunciada no ataque traz muita presença de área. Ainda assim, o domínio territorial recente da Juventus nem sempre se transformou em conclusões limpas em sequência, e o Rennes pode acionar Tamari em velocidade nas costas de um ala muito adiantado. Conceição e Zhegrova atuaram contra a Lazio e agora estão fora, o que reduz o volume de jogadas pelas pontas; o Rennes não terá Lepaul após os noventa minutos contra o Paris FC, mas mantém velocidade na transição e uma linha de cinco defensores. O duelo tende a continuar equilibrado mesmo se a Juventus sair na frente. Por isso, eu fico com o Rennes para manter a margem curta.