O ataque do Newcastle consegue chegar à área do Coventry de mais de uma forma. Barnes e Hall podem tabelar pela esquerda, enquanto Willock e os jogadores que vêm de trás atacam as bolas recuperadas perto da área. O Coventry pode responder com um passe direto para DaSilva ou Thomas-Asante; por isso, quem recuperar a bola primeiro após cada ataque pode definir o rumo do jogo.
Contra o Hull, Barnes participou de dois gols de maneiras diferentes: um saiu depois que um ataque bloqueado foi retomado com Willock, e o outro após Hall recuperar a bola e seguir avançando. A linha de três zagueiros do Coventry manteve a organização contra o Forest, mas Brighton e Villa conseguiram finalizar 14 vezes de dentro da área. Os duelos entre Barnes e Hall, de um lado, e o ala direito e Mfuni, do outro, além das chegadas dos jogadores do Newcastle contra os três zagueiros, serão decisivos.
Wright e Awoniyi continuam indisponíveis, assim como estavam na vitória do Coventry sobre o Forest; Thomas-Asante e Rushworth seguem sendo opções para a saída direta. Barnes, Hall, Willock, Murphy, Wissa, Fernandez-Pardo, Thiaw e Botman atuaram pelo Newcastle contra o Hull, então já dá para ver sua principal força ofensiva e a base da defesa central. Os possíveis retornos de Dedic, Gonzalez e Joelinton ainda são projeções, não o fundamento desta análise.
Achamos que o Newcastle vai pressionar o primeiro passe de Grimes, explorar o espaço nas costas dos alas do Coventry e manter os ataques vivos após os cortes da defesa. A saída direta do Coventry deve criar momentos de pressão do outro lado, mas o gol da vitória contra o Forest veio em um jogo com poucas finalizações de dentro da área. Com mais caminhos para criar chances, o Newcastle tem melhores condições de chegar repetidamente ao gol. Por isso, ficamos com a vitória do Newcastle.