O ponto mais forte do Bournemouth é a velocidade com que transforma uma recuperação de bola em passe para frente. O Leeds vem com um zagueiro a mais e uma opção de ligação direta, fazendo do primeiro passe após a pressão o duelo decisivo da partida. O calendário de copas parece pesado para os donos da casa, mas o time que deve atuar na liga teve um desgaste bem menor do que a tabela sugere.
A jogada de Cook achando Evanilson, com Tavernier se aproximando, é uma conexão ofensiva já consolidada: gerou o primeiro gol contra o Sunderland antes da expulsão. Essa mesma transição rápida para o ataque apareceu diante do United. Os alas do Leeds precisarão definir se dão o bote na direção da bola ou se fecham o espaço ao lado dos seus zagueiros.
Elvedi se recuperou de um problema de saúde, e Calvert-Lewin e Okafor tiveram uma semana normal de treinamentos. Com isso, o Leeds tem peças confiáveis para as saídas diretas. As condições de Stach continuam indefinidas, enquanto o Bournemouth poupou Evanilson e não usou Petrovic, Smith, Hill e Truffert na copa.
Espero um Bournemouth buscando essas esticadas rápidas desde o início, com as jogadas de linha de fundo do Leeds e a chegada dos seus meias ganhando mais força após o intervalo. O time da casa tem um caminho mais comprovado para sair na frente com sua base principal da liga. É por isso que fico com a vitória do Bournemouth.