O Paris chega para o confronto contra o Efes depois de dois jogos em competições nacionais irem para a prorrogação, além de ter registrado 20 desperdícios de bola na última partida contra o Cholet. Já o Efes perdeu a posse apenas nove vezes diante do Panathinaikos, limitando o adversário a 68 pontos. Estou de olho no primeiro passe após uma recuperação: se o Paris conseguir acelerar essa transição, o jogo pode se abrir; caso o Efes proteja bem a bola, o Paris terá menos chances de correr a quadra. Será que o Paris consegue imprimir um ritmo mais veloz sem ceder posses fáceis de presente ao Efes?
O Paris venceu o Chalon na prorrogação e depois caiu diante do Cholet, também no tempo extra; foram registradas 11 e 20 perdas de posse nesses confrontos. O Efes superou o Panathinaikos por 83 a 68, somando 23 assistências e apenas nove erros, embora tenha sofrido 118 pontos contra o Hapoel Tel Aviv na rodada anterior da Euroliga. Essas atuações tão distintas do Efes são o motivo de eu achar a disputa pelo controle da posse mais interessante do que uma simples análise de retrospecto recente.