O Rennes consegue abrir bem o jogo pelas pontas, enquanto o Olympiacos é montado para dificultar a finalização adversária. A pressão dos franceses costuma render bons cruzamentos logo no início da jogada. Já o Olympiacos mostrou que sabe suportar essa pressão e levar perigo na bola parada ou na sobra. No outro jogo, o controle territorial do Nasaf encara a pontaria mais certeira do Al Kuwait na área, repetindo o cenário do confronto recente entre eles.
Contra o Strasbourg, o Rennes de Haise acionou Dia e Szymański pelas laterais com Nagida e Frankowski. O Olympiacos segurou Marseille e Sparta, com Retsos, Hezze e Ortega bloqueando o chute final, além da boa bola parada de Chiquinho como arma para chegar ao gol. O Rennes já atuou sem Lepaul, enquanto o Olympiacos utilizou Yaremchuk e González sem contar com El Kaabi. Como o Rennes deve pressionar e insistir pelos lados, espero que o Olympiacos dispute a segunda bola e mantenha o jogo sob controle na medida certa. Por isso, fico com o Olympiacos.
O Nasaf finalizou mais vezes no duelo anterior, mas muitas dessas tentativas saíram de fora da área ou acabaram bloqueadas. O Al Kuwait chegou à área com mais clareza: Ali Hussain serviu Daham, que foi responsável por todos os três chutes no alvo da equipe. Gonzalez e Barrahma atuaram naquela partida e agora são desfalques, mas Nasser volta como opção para concluir as jogadas. A tendência é que o Nasaf brigue mais pela segunda bola, dando espaço para o Al Kuwait acionar Daham novamente. Por isso, fico com o Al Kuwait.