O ataque do Colônia funciona melhor quando uma recuperação de bola se transforma rapidamente em passe no espaço em velocidade. O Leverkusen consegue ter a posse através de García e abastecer Schick dentro da área. Isso desenha um confronto entre as chegadas dos visitantes e o contra-ataque do time da casa logo após desarmar.
Maina, Said El Mala e Bülter já mostraram entrosamento nessas saídas rápidas. A partida da copa contra o Union teve jogadas claras de transição direta para a finalização, enquanto o reencontro pela liga exigiu outra postura contra um bloco mais recuado. Os erros recentes do Leverkusen e as bolas divididas cedidas se encaixam melhor com esse jogo de velocidade.
Sem Skhiri e os zagueiros titulares do Colônia, os reservas imediatos vêm assumindo o trabalho defensivo. Ache é uma opção no elenco que está voltando aos poucos, e não a base do setor ofensivo. Badé ficou no banco do Leverkusen na competição europeia, e o trio García-Maza-Schick merece todo o peso nessa comparação.
Espero que o Colônia busque passes verticais logo após desarmes e continue explorando o espaço deixado pelo avanço do Leverkusen. O tempo maior de preparação ajuda nessa estratégia repetida, além das tabelas pelos lados e os escanteios servirem como caminhos a mais na partida. Por isso, fico com o Colônia para não perder.