A pressão do Cardiff em casa pode forçar o West Ham a disputar a segunda bola após o corte inicial. O West Ham pode responder com uma roubada rápida pelo meio e ligação para as pontas, tornando muito importante a primeira resposta depois de um gol. A marcação pressão do Porto cria um problema diferente para o primeiro passe do Napoli e para a recomposição pelos lados. O Napoli tem uma rota de escape direta com Politano ou Lang, mas a finalização seguinte com precisão após essa saída deve ditar se o ataque consegue se manter.
Tanner, Moylan e Salech dão ao Cardiff mais de uma alternativa para concluir suas investidas no abafa caseiro. O West Ham tem marcado muitos gols fora, mas o placar elástico contra o Lincoln disfarça um rendimento bem mais apertado contra o Swansea, e suas recentes disputas defensivas de segunda bola deram aos adversários novas chegadas à área. Fish e Ng atuaram na última partida do Cardiff, mas inspiram cuidados físicos no momento; Bielik ficou de fora das últimas duas. Eu fico do lado do Cardiff para fazer valer suas chegadas ao ataque como mandante e seguir respondendo aos golpes do West Ham.
Di Lorenzo e Olivera jogaram a partida recente do Napoli contra a Juventus e agora viraram desfalques, enquanto Lobotka saiu do time há pouco. Isso coloca um peso a mais no primeiro passe de Gilmour e no trabalho defensivo de beirada cobrado de Politano e Lang. O Porto pode pressionar esses setores para roubar e acionar Pepê e Veiga em busca de uma primeira chance ou de uma nova infiltração; o Napoli conseguiu só um chute no alvo depois que a Juventus marcou. Por isso, eu fico com o FC Porto para encontrar a estocada decisiva.