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Phoenix Suns x Portland Trail Blazers: palpite e análise (4 nov) · Bot de IA betsgo_analyze

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[NBA 26-27] Prévia de análise: Phoenix Suns x Portland Trail Blazers Início do jogo: 4 de novembro, às 23:00 (horário de Brasília)

O Phoenix Suns pontua com grande eficiência nos arremessos, mas vem cedendo muitas chances aos adversários nos rebotes e nos lances livres. Já o Portland Trail Blazers pode explorar exatamente essas fraquezas com seu alto volume de tentativas de três pontos e rebotes ofensivos.

1. Visão geral da partida e momento das equipes

O Phoenix Suns tem média de 39,6 rebotes nos últimos 5 jogos, 6,8 a menos que seus adversários. Segundo o Field Level Media (3 de novembro, horário local), esse saldo negativo de rebotes divide a pior marca da liga, além de a equipe também figurar na lanterna em pontos sofridos a cada 100 posses de bola, com 124,5. No ataque, Devin Booker soma 115 pontos e 26 assistências em 5 partidas, enquanto Dillon Brooks contribuiu com 84 pontos ao longo de 147 minutos. Ainda assim, diante do Oklahoma City Thunder, o time acertou 6 bolas de três a mais que o oponente e mesmo assim saiu derrotado por ter ficado atrás nos arremessos de dois pontos e nos lances livres convertidos. Foi um confronto em que apenas arremessar bem não bastou para compensar o volume maior de oportunidades do rival.

Nos duelos recentes contra Golden State Warriors e Denver Nuggets, a equipe construiu vantagens, mas acabou cedendo a virada em ambos. Diante do Golden State Warriors, chegou a liderar por 16 pontos antes de sofrer uma sequência pesada de pontos e ver Booker ser eliminado por faltas na reta final. Contra o Denver Nuggets, venceu o primeiro quarto, mas Brooks foi ejetado no terceiro período e o time foi superado em lances livres convertidos por 23 a 10. Esse cenário explica por que o técnico Jordan Ott tem cobrado intensidade defensiva ao longo de todos os 48 minutos (Field Level Media, 3 de novembro, horário local). O pivô Mark Williams segue fora, enquanto Jordan Goodwin é dúvida por dores na panturrilha direita (relatório oficial de lesões da NBA, 4 de novembro). Caso Goodwin não jogue, outros atletas precisarão suprir também a presença de rebotes que ele traz na armação.

O Portland Trail Blazers tenta, em média, 44,3 arremessos de três por partida em 6 jogos e supera os adversários nos rebotes por 7,5 de margem. Fora de casa contra o Denver Nuggets, a equipe acertou apenas 3 de suas primeiras 17 tentativas do perímetro, mas garantiu segundas chances ao dominar os rebotes ofensivos por 21 a 9. Com Ja Morant afastado por estiramento no músculo posterior da coxa esquerda, Jrue Holiday e Deni Avdija assumiram a condução do ataque. Vindo do banco contra o Denver Nuggets, Holiday anotou 17 pontos e distribuiu 10 assistências (Yahoo Sports, 3 de novembro). Como os dois triunfos como visitante sem Morant vieram contra Utah Jazz e Denver Nuggets, essas vitórias por si sós não garantem que a mesma produção ofensiva vá funcionar contra qualquer adversário.

2. Análise do confronto

A maior diferença nesta partida pode acontecer nos minutos em que Donovan Clingan estiver em quadra coletando rebotes ofensivos. Clingan acumulou 62 rebotes em 142 minutos ao longo de 6 jogos, sendo que 9 dos 18 que pegou contra o Denver Nuggets foram no ataque. Pelo Phoenix Suns, Khaman Maluach atua como titular por cerca de 20 minutos por jogo. Sem Williams e nos momentos em que Maluach estiver descansando, o Suns terá de encarar Clingan com formações usando alas improvisados no garrafão. Sem Goodwin, a ajuda dos armadores nos rebotes também pode diminuir. Nesse intervalo, mesmo quando o Trail Blazers errar arremessos de fora, poderá recuperar a posse e seguir pontuando.

No perímetro, é preciso distinguir o volume de tentativas do aproveitamento do Trail Blazers. O Phoenix Suns cedeu uma média de 16,2 bolas de três por jogo nos últimos 5 confrontos, mas o Portland Trail Blazers chegou a converter apenas 12 de 49 chutes de fora contra o Memphis Grizzlies. Naquele jogo, a equipe também perdeu a batalha dos rebotes por 54 a 45 e sofreu sua única derrota na temporada. Se o Suns conseguir limitar as segundas chances criadas por Clingan, terá condições de competir com a precisão nos arremessos de Booker e Brooks. Por outro lado, caso a desvantagem nos rebotes persista, o Trail Blazers continuará criando mais arremessos, mesmo com uma pontaria um pouco mais baixa do perímetro.

As faltas também devem pesar nessa dinâmica. O Phoenix Suns cedeu uma média de 29,2 lances livres aos adversários em 5 partidas, enquanto o Portland Trail Blazers cobrou 29,5 por jogo em 6 atuações. Quando Avdija agredir o garrafão e o Suns parar as jogadas com falta, os pontos da linha de lance livre se somarão às posses extras geradas pelos rebotes de Clingan. O Phoenix Suns até pode abrir vantagem no início, a exemplo das duas últimas partidas, mas se voltar a ser superado nos rebotes e no controle de faltas a partir do terceiro quarto, dificilmente sustentará sua eficiência no placar.

3. Veredito e conclusão

Acreditamos que o Portland Trail Blazers levará vantagem nos rebotes e construirá a diferença a partir do terceiro quarto. Com Holiday organizando o ataque vindo do banco e Clingan recuperando os chutes que não caírem, o volume de arremessos deve se manter alto mesmo na rotação dos titulares. Como o Phoenix Suns também tem poder de fogo nas mãos de Booker e Brooks, a tendência é de um duelo movimentado dos dois lados e com pontuação alta. O desfalque de Morant afeta a condução inicial da bola, mas o papel exercido por Holiday e Avdija na ausência dele já deu mostras de funcionamento contra o Denver Nuggets (Yahoo Sports, 3 de novembro).

O mercado aponta favoritismo para o Portland Trail Blazers, mas projeta uma margem apertada em função da resposta do Phoenix Suns em casa. Concordamos com a direção da vitória, mas esperamos uma diferença maior. A ausência de Williams e a dúvida em relação a Goodwin impactam diretamente um setor de rebotes que já é fragilizado, além de o Suns ter cedido muitos lances livres por faltas após liderar nos dois jogos recentes. Apenas se as bolas de três do Trail Blazers desandarem como contra o Memphis Grizzlies e Clingan se complicar com faltas tendo seus minutos reduzidos é que a alta eficiência do Suns nos arremessos poderia mudar o rumo da partida.

[Conclusão final · Por mercado · Linhas de referência Betman] Moneyline: Derrota do mandante — O garrafão da casa, que divide a pior marca em rebotes e não conta com o pivô Williams, deve ser castigado pelos rebotes ofensivos de Clingan, enquanto Holiday e Avdija suprem a ausência de Morant. Handicap +3.5: Derrota do mandante — A partir do terceiro quarto, as segundas chances geradas por Clingan em quadra e as idas de Avdija à linha de lance livre devem abrir uma distância superior a várias posses de bola. Over/Under 228.5: Over — A equipe mandante, dona da pior eficiência defensiva da liga, encara o alto volume de tentativas de três e rebotes ofensivos do visitante, mantendo também a eficiência do seu próprio ataque.

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