O jogo do Hamburgo é uma disputa constante pela segunda bola e pelo primeiro passe limpo no meio-campo. O Toulouse passa por um teste parecido quando o Strasbourg pressiona a saída de bola inicial e busca as pontas. Os dois mandantes têm caminhos para entrar na área, mas suas partidas recentes também escancararam espaços entre a construção e o toque final. Já os ataques visitantes mostraram formas específicas de explorar essas brechas.
O HSV pode até contar com os cruzamentos e as jogadas de bola parada de Muheim, mas sua criação com a bola rolando tem sido fraca. No Gladbach, Mohya e Scally transformaram bolas recuperadas em gol de Machino contra o Stuttgart e geraram mais chances de perigo diante do Paderborn. Remberg e Vieira continuam de fora após perderem o último jogo do HSV pela liga; os relatos mais recentes de desfalques do Gladbach vêm após atuações de Kühn e Hashioka, enquanto a jogada com Mohya segue intacta. O Hamburgo pode até começar pressionando, mas costuma deixar aberto o passe seguinte no meio-campo para os contra-ataques do Gladbach. Por isso, eu fico com o Borussia Mönchengladbach para não perder.
O Toulouse criou boas oportunidades com Russell-Rowe contra o Marseille, mas o Troyes já havia limitado suas chegadas à área jogando em casa. O Strasbourg tem capacidade para pressionar esse primeiro passe e acionar Godo para chegar a Yassine, cujas tabelas e finalizações ficaram evidentes contra o Auxerre. Dønnum atuou contra o Marseille antes de cumprir sua suspensão atual, desfalcando uma opção testada do Toulouse pela direita; já Godo e Nanasi voltaram no último jogo do Strasbourg. O Strasbourg pode neutralizar a construção central do Toulouse recuperando a bola pelos lados e seguir encontrando o último passe. Por isso, eu fico com o Strasbourg para não perder.