A ACF Fiorentina tem alternativas com a movimentação de Njie, a recepção de Pellegrino e opções frescas de apoio no decorrer da partida. A Juventus consegue chegar com perigo ao ataque de forma rápida, mas o bom início recente não tem se traduzido em uma pressão constante. Já a maior variedade de conexões ofensivas do Barcelona encara o bloco compacto e os escapes pontuais do Atlético. Os dois confrontos devem ser definidos pelo que acontecer logo após a primeira transição ofensiva bem-sucedida.
O ataque da Fiorentina funcionou diante do Sassuolo, com Goncalves oferecendo uma nova alternativa na etapa final. Os criadores que substituem os titulares na Juventus já estão ambientados, mas o rendimento da equipe caiu drasticamente no segundo tempo contra o AZ. Cambiaso ficou de fora desta vez após atuar naquele jogo, enquanto Woltemade foi relacionado, mas notícias recentes sobre seu estado de saúde deixam dúvidas se ele terá condições de atuar no melhor nível.
Os retornos na defesa da Fiorentina surgem como opções de banco em vez de uma zaga titular já reconfigurada; o setor ofensivo provável mantém basicamente as mesmas peças dos últimos jogos. Pelo maior tempo de preparação e por já ter mostrado capacidade de reação, fico com a Fiorentina para não perder.
O Barcelona consegue acionar Raphinha por diferentes vias: as recuperações de Yamal, os passes de Fermín e as jogadas pelos lados fizeram a diferença contra o Villa. Rodri virou desfalque após atuar apenas no primeiro tempo, mas o restante do ataque continuou criando e marcou mais gols após a sua saída. Eric e Christensen voltam à lista de relacionados como opções defensivas.
O Atlético tem o retorno de Cardoso, e a suspensão europeia de Hjulmand não interfere em sua situação na liga nacional. Espero um Barcelona buscando o campo adversário e repetindo suas variadas maneiras de penetrar em um bloco que cedeu chances relevantes recentemente. Por isso, fico com o Barcelona, protegendo o empate.