Alvark e NeoPhoenix têm recursos para pontuar no garrafão, mas a posse logo após a primeira cesta pode ditar os rumos do confronto. Davis consegue cavar faltas e criar oportunidades para os companheiros finalizarem, enquanto Rossiter e Johnson têm capacidade de puxar a resposta do Alvark. Já Saga e Chiba trazem uma dinâmica diferente: resta saber quanto tempo a vantagem inicial do Chiba vai resistir nas posses seguintes.
A visita do NeoPhoenix ao Alvark passa muito pelas infiltrações de Davis, pela cadência e organização de Sasaki e pelas finalizações pontuais de Brown, Harrellson ou Van Tubbergen. O Alvark até conseguiu chegar fácil à área pintada contra Sendai, mas não sustentou paradas defensivas suficientes em seguida — nos dois últimos quartos finais, cedeu 31 pontos em cada. Jarreau atuou menos tempo na última partida, e os quintetos titulares ainda não foram confirmados. Diante do Ryukyu, a resposta do NeoPhoenix veio na linha de lance livre e com vários jogadores pontuando, em vez de depender de um único chutador em noite inspirada. Por isso, fico ao lado do NeoPhoenix para transformar o volume ofensivo em um fechamento de jogo mais sólido.
No Chiba, Togashi, Randolph e Watanabe têm tudo para abrir vantagem cedo contra o Saga, que vem demorando a engrenar nas últimas partidas. Little, Olivier e Xzavierro estiveram juntos na escalação mais recente do Saga, e um intervalo maior sem jogos dá tempo para que essas funções se encaixem melhor; a relação de ativos ainda não está confirmada. Como o Chiba deixou escapar uma vantagem confortável na última rodada e acabou indo para a prorrogação, a reação do Saga nas infiltrações e nos rebotes ao longo do jogo, somada aos pontos de Kishida vindo do banco, deve pesar na diferença final. Por isso, fico com o Saga para manter o placar dentro da margem do handicap.